De acordo com a PF, Braga Netto liderou integrantes do Kids Pretos, um grupo de elite do Exército brasileiro, para envenenar o presidente Lula e o vice Geraldo Alckmin (PSB) em 2022.
Jair Bolsonaro e Braga Netto Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
O ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL) colocou no sábado, 14 de dezembro, em dúvida a motivação da prisão preventiva realizada pela Polícia Federal do general da reserva Walter Braga Netto, que foi seu ministro.
Na rede social X, Bolsonaro escreveu que há mais de 10 dias o "inquérito" (aspas do autor) foi concluído pela PF, com o indiciamento de 37 pessoas e encaminhamento ao Ministério Público.
"Como alguém, hoje, pode ser preso por obstruir investigações já concluídas?", questionou.
O general foi detido pela acusação de articulação de um plano que culminaria em um golpe de Estado, depois que Bolsonaro perdeu a eleição presidencial para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em novembro de 2022.
Para a Procuradoria-Geral da União (PGR), a detenção de Braga Neto evitaria interferências na investigação.
De acordo com a PF, integrantes do Kids Pretos, um grupo de elite do Exército brasileiro, teriam sido designados a envenenar o presidente Lula e o vice Geraldo Alckmin (PSB), e armar artefatos explosivos para tirar a vida do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
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