A imagem ilustra uma publicação de Bolsonaro criticando os Correios. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
No último domingo, 15 de dezembro, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) causou polêmica ao compartilhar em suas redes sociais uma matéria assinada pelo jornalista Cláudio Humberto, do portal Diário do Poder, que alegava que os funcionários dos Correios não teriam recebido integralmente o 13º salário.
A postagem reacendeu debates nas redes sociais e provocou uma reação imediata da presidência da estatal, que negou a veracidade da informação.
Na matéria compartilhada por Bolsonaro, o jornalista afirmou que os servidores estariam revoltados com um suposto "confisco" de até 75% do 13º salário. Segundo a publicação, a redução nos valores recebidos seria consequência de um acordo firmado em fevereiro deste ano entre os Correios e o Postalis, fundo de pensão dos empregados da estatal.
Esse contrato, denominado "Confissão de Dívida", teria sido assinado para sanar um rombo de mais de R$ 7,5 bilhões no fundo, que acumulou prejuízos significativos em gestões passadas devido a investimentos malsucedidos feitos pelo Banco Mellon.
Ainda de acordo com a reportagem, esse acordo teria resultado em descontos massivos, com alguns funcionários recebendo valores pequenos, como R$ 90, pelo benefício natalino. A indignação teria se espalhado entre ativos e aposentados vinculados ao Postalis.
Em nota divulgada pelo site Brasil 247, Fabiano Silva dos Santos, presidente dos Correios, afirmou que todos os empregados da estatal receberam integralmente o 13º salário no dia 13 de dezembro, de forma antecipada, e que a informação divulgada pela reportagem é “fake news”.
Além disso, Fabiano Silva classificou a matéria como desinformativa e destacou que a atual administração corrigiu problemas herdados do governo anterior.
O presidente dos Correios também esclareceu que o equacionamento da dívida do Postalis não tem relação com os pagamentos aos servidores. Segundo ele, a assinatura do contrato visou um ajuste responsável para resolver as dificuldades do fundo, mas sem afetar diretamente o salário ou o 13º dos trabalhadores.
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A senadora também mencionou que acredita que o filho do ex-presidente é o candidato com mais chances de enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no pleito.
"Coloco meu nome à disposição com a responsabilidade de quem conhece de perto as necessidades do povo", disse o ex-prefeito de Goiana.
Durante a solenidade, foi destacada a relevância da atuação do Ministério da Pesca e Aquicultura, especialmente sob a condução do ministro André de Paula.
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