MUSK com oculos futurista da Blindsight FOTO: noticiasaldiayalahora.co/
A Neuralink, empresa fundada por Elon Musk, está avançando no desenvolvimento de um novo implante cerebral com o objetivo de restaurar a visão em pessoas cegas, por meio do projeto Blindsight. A tecnologia recebeu o selo de “dispositivo inovador” da Food and Drug Administration (FDA) nos Estados Unidos, embora ainda não haja previsão para os primeiros testes em humanos.
O dispositivo Blindsight se conecta ao córtex visual do cérebro, responsável por processar informações visuais. Segundo Musk, a tecnologia é tão inovadora que permitirá que até mesmo aqueles que perderam os olhos ou o nervo óptico possam voltar a enxergar.
Este novo chip é um complemento ao dispositivo existente da Neuralink, que permite que pessoas com tetraplegia controlem um cursor de computador apenas com a mente. O Blindsight tem a proposta ambiciosa de restaurar a visão em indivíduos cegos, substituindo as vias ópticas danificadas ou ausentes.
De acordo com Musk, o Blindsight permitirá que até mesmo pessoas cegas de nascença possam enxergar pela primeira vez. A visão inicial será de baixa resolução, semelhante a gráficos de um Atari, mas a expectativa é que a tecnologia evolua e forneça uma qualidade de visão superior à natural, incluindo a percepção de comprimentos de onda infravermelho, ultravioleta e de radar.
A principal vantagem do Blindsight é a promessa de devolver autonomia e qualidade de vida às pessoas cegas, promovendo uma inclusão social sem precedentes. Musk comparou a experiência potencial com a do personagem Geordi La Forge, da série Star Trek, que utiliza um dispositivo para enxergar melhor do que os humanos comuns.
A FDA concedeu ao Blindsight o selo de “dispositivo inovador” como parte do programa Breakthrough Devices Program. Esse selo é atribuído a tecnologias que representam avanços significativos na área da saúde e garante uma revisão priorizada durante a submissão de testes clínicos ou pedidos de aprovação para uso. Em 2024, a FDA já emitiu 58 selos desse tipo, incluindo o da Neuralink.
- Oferecer um tratamento ou diagnóstico mais eficaz para condições com risco de vida ou irreversíveis.
- Representar um avanço tecnológico significativo.
- Possuir evidências clínicas preliminares que sugiram um benefício substancial.
O desenvolvimento de dispositivos como o Blindsight abre novas possibilidades para a tecnologia assistiva. A Neuralink está expandindo os limites do que é possível com implantes cerebrais, desde o auxílio a pessoas com deficiências motoras até a restauração da visão. Com o apoio da FDA, o caminho está aberto para que essas inovações evoluam e, eventualmente, se tornem parte do cotidiano de muitas pessoas.
Agora, resta acompanhar os próximos passos da Neuralink e a expectativa de início dos testes clínicos em humanos, que prometem oferecer uma nova chance de visão e uma vida mais plena e independente para aqueles que dela necessitam.
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