Bispo evangélico, Edir Macedo. Foto: Reprodução
A venda do Banco Digimais, pertencente ao líder da Igreja Universal do Reino de Deus e proprietário da RecordTV, Edir Macedo, foi concluída com a aquisição pelo empresário Maurício Quadrado. O valor da transação inclui um aporte de R$ 800 milhões, o que eleva o patrimônio líquido da instituição para aproximadamente R$ 2 bilhões.
Quadrado, que possui vasta experiência no setor bancário, já passou por instituições como Bradesco e Banco Master. A compra também implica na reestruturação do banco, que passará a ser chamado de BlueBank, em substituição aos nomes anteriores, Banco Renner e Digimais.
O negócio, no entanto, ainda depende da aprovação do Banco Central, conforme os processos regulatórios exigidos para operações dessa magnitude.
O Banco Renner foi fundado em Porto Alegre (RS) em 1981 pela família Renner, com fortes vínculos com a rede de lojas Renner. Em 2013, Edir Macedo e sua esposa, Ester Bezerra, compraram 49% do banco. Sete anos depois, Macedo consolidou seu controle sobre a instituição, adquirindo 89% das ações e renomeando a empresa para Banco Digimais.
A venda do banco representa um novo capítulo na história de Macedo, que continua a expandir suas influências comerciais, além de sua liderança religiosa.
O fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, bispo Edir Macedo, ficou contrariado com a publicação do documentário “O Diabo no Tribunal” pela gigante do streaming Netflix, decidindo processar a plataforma devido ao suposto uso indevido da sua imagem.
Lançado em 2023, "O Diabo no Tribunal" pode ser considerado o relato de uma história de terror, motivo pelo qual é visto como tendo sido a inspiração para o lançamento do filme “Invocação do Mal 3”.
“Por meio de reconstituições e gravações caseiras, este documentário sombrio investiga a suposta possessão de um garoto e um subsequente assassinato brutal”, diz a sinopse do documentário.
O caso retratado pela Netflix é baseado em fatos reais e foi parar na Justiça dos Estados Unidos. Edir Macedo e seu genro, Renato Cardoso, no entanto, argumentam que a plataforma utilizou sem o consentimento de deles as suas imagens.
No processo movido contra a Netflix, eles afirmam que “as imagens pessoais foram incluídas no filme sem a devida autorização no âmbito de um entretenimento claramente sensacionalista e de temática perturbadora”.
Ao classificar o conteúdo de O Diabo no Tribunal, de fato, a plataforma de streaming o trata como sendo dos gêneros “sinistro, investigativo, crimes verídicos, julgamentos, britânicos, demônios, terror, documentário”.
O processo movido por Edir Macedo e seu genro pede a remoção do conteúdo do ar, mas também ponde que, em caso de impossibilidade, os rostos das pessoas ligadas à Universal do Reino de Deus sejam desfocados.
A Netflix, por sua vez, argumentou que não praticou qualquer ilegalidade ao produzir o documentário O Diabo no Tribunal, afirmando que a produção trata-se de algo biográfico e informativo.
A empresa também afirma que não é possível identificar os rostos das pessoas ligadas à Igreja Universal, e que a produção não faz qualquer ligação da denominação com o crime ocorrido nos EUA, segundo O Antagonista.
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