O presidente estadual do PL reforçou que a base conservadora tem indignação e revolta diante do cenário atual, mas busca um caminho "lúcido e responsável".
Anderson Ferreira, presidente estadual do PL. Foto: Beto Dantas/Portal de Prefeitura
O presidente estadual do PL em Pernambuco, Anderson Ferreira, avaliou de forma positiva as manifestações realizadas ontem pela direita em diversas cidades do país.
Segundo ele, os atos mostraram que “a direita está mobilizada e se organizando para enfrentar os desafios que virão”. No entanto, fez um alerta: “Não devemos confundir o legítimo direito dos direitistas e bolsonaristas de se manifestarem com a ação de aproveitadores da direita”.
Anderson destacou que movimentos como o de domingo, 3 de agosto, ganham legitimidade “pelas mãos de milhares de militantes e manifestantes, e não de oportunistas”. Ele reforçou que a base de direita tem indignação e revolta diante do cenário atual, mas busca um caminho “lúcido, responsável e que traga respostas objetivas para reconstruir um país equilibrado, justo e, sobretudo, estável”.
O dirigente também criticou a postura da esquerda, classificando-a como “inconsequente e perigosa”. Ao final, afirmou: “Para mim, só há uma bandeira: a do Brasil”.
Na tarde deste domingo (3), simpatizantes do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se reuniram na Avenida Boa Viagem, Zona Sul do Recife, para uma manifestação em apoio a Bolsonaro. O ato teve início por volta das 14h, em frente à tradicional Padaria Boa Viagem, ponto de encontros frequentes entre grupos conservadores na capital pernambucana.
Vestindo camisetas nas cores verde e amarela e carregando bandeiras do Brasil, os manifestantes entoaram palavras de ordem e exibiram cartazes em defesa do ex-presidente. Entre os principais temas levantados estavam o pedido de anistia aos envolvidos nos atos do 8 de janeiro e críticas direcionadas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
Com faixas que pediam "liberdade de expressão" e "respeito à Constituição", o grupo também fez duras críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, segundo os participantes, promove perseguição política contra adversários. “Não é só pelo Bolsonaro. É pelo Brasil e pela democracia”, dizia um dos cartazes mais fotografados do ato.
O movimento integra uma série de manifestações organizadas em diversas cidades do país por grupos ligados à direita e ao conservadorismo. Segundo os presentes, o apoio a Bolsonaro segue firme e representa, para eles, a continuidade de um projeto de país baseado em valores como família, liberdade econômica e combate à corrupção.
Organizadores destacaram o caráter pacífico da manifestação e afirmaram que o ato serviu para manter acesa a chama da militância bolsonarista. “Estamos aqui para mostrar que não esquecemos o que Bolsonaro fez pelo Brasil e que vamos continuar lutando por ele”, afirmou um dos participantes.
O ato deste domingo reafirma que o apoio a Bolsonaro ainda mobiliza setores expressivos da população, especialmente em momentos em que o ex-presidente enfrenta investigações e restrições judiciais. Para seus seguidores, a mobilização nas ruas segue sendo uma ferramenta essencial de resistência política.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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