Técio Teles e Anderson Ferreira Foto: Divulgação
O presidente estadual do PL em Pernambuco, Anderson Ferreira, recebeu na terça-feira, 3 de junho, o presidente do partido NOVO no estado, Técio Teles, em mais um gesto de aproximação entre lideranças da direita pernambucana.
A reunião teve como foco a troca de ideias e o fortalecimento de uma agenda comum voltada ao desenvolvimento do estado.
“Temos mantido um diálogo aberto com todas as lideranças da direita no nosso estado, fortalecendo uma construção política baseada no equilíbrio, na lucidez e no compromisso com o futuro de Pernambuco“, afirmou Anderson Ferreira.
Técio Teles também destacou a importância da união entre forças que compartilham princípios semelhantes.
“Acreditamos que, ao dialogar e somar esforços, conseguimos oferecer alternativas reais para transformar Pernambuco. Essa união da direita é essencial para um projeto político sólido e coerente“, disse.
O encontro sinaliza a disposição dos dois partidos em construir pontes e ampliar o debate sobre os rumos de Pernambuco, respeitando as individualidades partidárias, mas buscando convergências em pautas fundamentais.
Anderson Ferreira, ironizou a visita de Lula a Pernambuco, depois de quase 2 anos e meio de governo, para anunciar investimentos na transposição, obra pré-concluída por Bolsonaro, no final de maio deste ano.
Para Anderson, isso mostra a falta de compromisso de Lula.
“A obra esperou esse tempo todo para receber investimentos. Bolsonaro deu toda atenção à transposição e praticamente concluiu a obra. Mas a verdadeira discussão que eu cobro é: por que a água que chegou não transformou economicamente as regiões?”, afirmou.
Anderson criticou a falta de planejamento e incentivo. Ao final, destacou:
“Dessa vez, espero que os recursos cheguem e sejam bem usados, e não cercados de denúncias de desvios e irregularidades, como no passado petista.”
Em relação à movimentação política dos aliados em torno de Lula, Anderson provocou:
“Quero ver amanhã quem vai carregar esse caixão.”
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Petista passa por um momento de pico de sua rejeição nos últimos meses. Em março de 2026, por exemplo, 56% diziam que não votariam nele de forma alguma.
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