A definição pelo espaço tende a ser decidido na Justiça com ação protocolada pelo Partido Socialista Brasileiro.
17 de setembro de 2024 às 15:05 - Atualizado às 16:13
Davi Muniz e Junior Matuto Imagem: Arte/Portal de Prefeitura
Um dilema surge com a morte de José Patriota nesta terça-feira, 17 de setembro, ele que estava como deputado estadual pelo PSB abre vaga na Alepe. Davi Muniz, vereador do Recife, aparece como um dos primeiros na sucessão a ser seguida pela ordem de suplência do partido, com relação às eleições de 2022.
A questão fica mais difícil de ser solucionada quando se observa que Davi Muniz deixou a sigla socialista neste ano para disputar a reeleição de vereador do Recife ao se filiar ao PSD. Por este motivo, o PSB considera que a vaga não pode ser preenchida por Davi, já que existe uma expectativa de que ao reivindicar o assunto à Justiça Eleitoral pode obter o direito e neste caso a ocupação da cadeira seria realizada por Junior Matuto, ex-prefeito da cidade de Paulista e que atualmente é candidato à prefeitura da cidade.
Nos bastidores da política, fontes confirmam que o Partido Socialista Brasileiro vai judicializar o assunto, uma vez que acredita fielmente que a vaga é sua por direito. Na avaliação de argumentos que motiva a decisão do PSB em judicializar o tema, é o recente caso de Lucinha Mota que perdeu a vaga de vereadora na cidade de Petrolina, sertão de Pernambuco, por ter migrado do PSOL, partido no qual concorreu em 2020, e depois se filiou para o PSDB. Lucinha, chegou a ser diplomada e atuar como vereadora por alguns meses, mas acabou perdendo o mandato após o TRE-PE julgar que ela cometeu infidelidade partidária.
É confiante nisso que o PSB enter que o preenchimento da cadeira na Alepe deve seguir a lista de suplentes que depois de Davi Muniz, tem com próximo suplente o ex-prefeito Júnior Matuto, seguido de Cayo Albino e Isaltino Nascimento.
A decisão inicial fica com o presidente da ALEPE, deputado Álvaro Porto (PSDB), responsável pela convocação. Por precaução, especialista políticos sugerem que o mais recomendável seria uma consulta prévia por parte do presidente sobre o caso ao Tribunal Regional Eleitoral antes da convocação.
A morte, na manhã desta terça-feira, 17 de setembro, do deputado estadual José Patriota (PSB), gerou forte comoção no cenário político de Pernambuco. O parlamentar estava internado no Recife em tratamento contra um câncer no fígado.
José Patriota tinha 63 anos e fazia tratamento desde 2018. Durante esse período, presidiu a Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), cargo que ocupou por cinco mandatos no período de 10 anos.
Desde o comunicado oficial da morte, várias notas de pesar e mensagens de solidariedade foram divulgadas. Entre os posicionamentos estão o da governadora Raquel Lyra, da Associação Municipalista de Pernambuco (AMUPE), do PSB, partido no qual era filiado e de prefeitos, vereadores e diversos nomes políticos.
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A fala do parlamentar aconteceu na tribuna da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), nesta quinta-feira, 5 de fevereiro.
Os escolhidos por sorteio foram os deputados Sileno Guedes (PSB), Coronel Alberto Feitosa (PL) e Waldemar Borges (MDB), que foram escolhidos por sorteio.
Segundo o procurador da Casa os pareceres foram liberados sem apontar inconstitucionalidade manifesta.
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