O Pastor afirmou que a aprovação representa um passo importante para valorizar a cultura pernambucana e preservar tradições que fazem parte da história local.
Pastor Júnior Tércio com sua família montada em cavalos. Foto: Divulgação
A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) aprovou, na segunda-feira, 15 de dezembro, a indicação nº 3438/2025, de autoria do deputado estadual Pastor Júnior Tércio (PP), pelo reconhecimento da vaquejada como Patrimônio Cultural Imaterial. A proposta destaca a tradição nordestina e a relevância cultural e econômica da prática em Pernambuco.
Pastor Júnior Tércio afirmou que a aprovação representa um passo importante para valorizar a cultura pernambucana e preservar tradições que fazem parte da história local.
“A vaquejada atravessa gerações. É cultura, é identidade e também é trabalho para muitas famílias. Agradeço à Casa pela aprovação. Esse resultado reconhece o valor dessa tradição e a importância de preservar o que é nosso”, declarou.
Quando algo é declarado Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco, passa a ser oficialmente identificado, reconhecido e registrado para garantir preservação e continuidade. Isso inclui medidas de proteção, como apoio econômico e material, documentação, inventários e pesquisas, além de acompanhamento para que comunidades sigam praticando e transmitindo tradições, celebrações e formas de expressão, fortalecendo identidade cultural pernambucana.
Com a aprovação em Plenário, a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) conduzirá a análise técnica e, se atendidos os critérios, promoverá a inscrição da vaquejada no Livro de Registro competente.
O deputado estadual Pastor Júnior Tércio (PP) participou, na manhã da última quinta-feira, 11 de dezembro, do lançamento das oficinas de inclusão da Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), na sede da entidade em Casa Amarela.
A ação é viabilizada pela emenda destinada pelo parlamentar à instituição. Também participaram do evento a secretária executiva estadual da Criança e Juventude, Clarisse Mendes, e a presidente da instituição, Ana Patrícia Costa.
As oficinas de inclusão abrangem atividades como Corte, Costura e Bordado, Música com coral e instrumentos, Culinária, Artes, Informática e Horta. Juntas, as iniciativas alcançam uma média de duzentas pessoas, promovendo aprendizagem, convivência, geração de renda, autonomia e fortalecimento dos vínculos familiares.
Durante o evento, Pastor Júnior Tércio destacou a importância de apoiar iniciativas que valorizem o potencial de cada assistido e ampliem oportunidades.
“Essas oficinas não são apenas cursos, são caminhos de esperança para famílias inteiras. Aqui talentos são descobertos, habilidades são desenvolvidas e sonhos começam a ganhar forma. Nosso mandato tem compromisso com quem mais precisa e a Apae é um exemplo de trabalho sério, que merece ser fortalecido”, afirmou.
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A proposta, encaminhada pela governadora Raquel Lyra, recebeu aprovação unânime na Comissão de Justiça durante a manhã e foi aprovada pelo Plenário no período da tarde.
Os atendimentos ocorrerão por ordem de chegada, das 9h às 12h e das 13h às 16h, na sede da Alepe, localizada na Rua da União, nº 397, no bairro da Boa Vista.
Proposta amplia prazo para adesão ao programa de recuperação de créditos tributários; deputados também aprovaram medidas para o MPPE e o Judiciário.
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