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ALEF COLLINS critica João Campos pelo fim da política antidrogas do RECIFE: 'eu vou cobrar'

O vereador também falou sobra a promessa não cumprida no primeiro mandato do prefeito para construir um centro de referência para prevenção de uso de entorpecentes.

Ricardo Lélis

14 de janeiro de 2025 às 16:57   - Atualizado às 18:08

Alef Collins critica fim da política de drogas no Recife

Alef Collins critica fim da política de drogas no Recife Fotos: Divulgação

O vereador do Recife Alef Collins (PP) criticou nesta terça-feira, 14 de janeiro, a aprovação da medida enviada pelo prefeito João Campos (PSB), que trata do organograma da prefeitura da capital pernambucana, com o aumento do número de secretarias de 21 para 26.

O parlamentar falou sobre o fim da pasta que tratava da política de drogas da cidade e da promessa não cumprida da criação de um centro de referência, ainda no primeiro mandato.

"Recife está tomado por Cracolândia e eu vou continuar a luta da minha mãe, do meu pai, João Campos, na primeira campanha de prefeito, no primeiro mandato, prometeu que ia criar um centro de referência de política sobre drogas e ficou só nas promessas, acabou minha mãe saindo, terminando o mandato e não foi cumprido aquilo que foi prometido, a gente tem em discursos dele, em várias falas gravadas dele prometendo isso, o centro de referência agora, para a decepção do recifense, ele fecha a Secretaria de Drogas, traz a sua política para cá, fazendo as mudanças que são necessárias e nem citar programa nenhum de prevenção, de tratamento ou de recessão na área da política de drogas, mas eu vou cobrar, nós vamos trabalhar, continuar no mesmo trabalho, não vamos desistir do povo sofrido do Recife", disse.

Proposta aprovada

De acordo com a matéria, o total de cargos comissionados da administração municipal será, segundo a proposta, de 3.555 vagas, preenchidas conforme a decisão política da gestão.

A adequação da estrutura terá o impacto financeiro de R$ 65,9 milhões por ano segundo o próprio anexo do projeto enviado pelo Poder Executivo.

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Em dezembro de 2021, primeiro ano da administração do socialista, o Pode Executivo contava com 2.623 cargos comissionados.

Apenas os vereadores de oposição votaram contra à reestruturação da administração do Recife. Entre eles estão, os vereadores Gilson Machado Filho (PL), Davi Muniz (PSD), Fred Ferreira (PL), Alef Collins (PP), Paulo Muniz (PL), Eduardo Moura (Novo), Thiago Medina (PL) e Felipe Alecrim (Novo). Ao todo a proposta recebeu 29 votos favoráveis, e oito votos da bancada oposicionista.

Os pontos centrais em debate, foram a tramitação da proposta em regime de urgência e a expansão do quadro de comissionados e funções gratificadas do Executivo.

A estrutura da Prefeitura contará a partir deste ano com 1.257 cargos de “Direção Executiva e Assessoramento e Funções Gratificadas de Direção Executiva e Assessoramento” e 2.649 cargos de “Apoio e Assessoramento e Funções Gratificadas de Direção e Assessoramento”.

“A proposta não infringe os limites com despesa de pessoal estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal, conforme demonstrado na planilha de custos que segue anexa”, afirmou o prefeito na mensagem do projeto.

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