No mês passado, a PF havia concluído o inquérito sobre o caso e entregue ao Ministério Público, indiciando os três por abuso de autoridade e homicídio qualificado.
15 de outubro de 2022 às 09:03
Estão presos os três agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) envolvidos na morte de Genivaldo de Jesus Santos, ocorrida em maio durante abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no município de Umbaúba, no sul do estado de Sergipe. Eles se apresentaram na manhã da sexta-feira, 14 de outubro, à Polícia Federal (PF). Os três já se submeteram à audiência de custódia e seguiram para a prisão. Na quinta (13), a Justiça Federal em Sergipe decretou a prisão dos três policiais. O magistrado Rafael Soares Souza proferiu decisão após o Ministério Público Federal em Sergipe (MPF/SE) pedir a prisão, além de denunciá-los pelos crimes de abuso de autoridade, tortura e homicídio qualificado. No mês passado, a PF havia concluído o inquérito sobre o caso e entregue ao Ministério Público, indiciando os três por abuso de autoridade e homicídio qualificado. Leia mais: >>> Portal de Prefeitura bate recorde com mais de 700 mil acessos no dia do primeiro turno das Eleições 2022 >>> Morte em viatura: PRF dispensa diretor-executivo e chefe da inteligência da corporação envolvidos no caso de Genivaldo Santos A morte de Genivaldo, ocorrida em maio, ganhou projeção nacional por causa das imagens veiculadas na internet, que mostram a vítima presa dentro de uma viatura esfumaçada. Genivaldo se debate com as pernas para fora enquanto um policial rodoviário mantém a tampa do porta-malas abaixada, impedindo o homem de sair. Segundo o Instituto Médico Legal (IML) do estado, Genivaldo morreu de insuficiência aguda secundária a asfixia. Ele teria sido parado pelos agentes por trafegar de moto sem capacete. Até a decisão do MPF/SE, os agentes acompanhavam os desdobramentos do caso em liberdade, afastados das suas funções. Agência Brasil
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O pedido apresentado pelos advogados incluía uma relação nominal das pessoas que poderiam entrar e permanecer no imóvel.
Foram acrescentados critérios que definem a vinculação desses canais a campanhas eleitorais, além de atribuir o dever de zelar pela legalidade dos conteúdos e das informações difundidas.
Os novos locais terão melhor acessibilidade para os eleitores e melhor logística para a atuação do Tribunal.
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