Na quinta-feira, 5 de setembro, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL_MG) comentou em vídeo publicado no Instagram, sobre a polêmica envolvendo o ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, que foi acusado de acusado de assédio sexual. Entre as vítimas está a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco.
O parlamentar, também afirmou que o caso poderá não ganhar as mesmas proporções que ganharia se o governo fosse o do ex-presidente Bolsonaro (PL ).
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"Imagina se isso é com o ministro do Bolsonaro. Imagina se isso é comigo. Imagina se tem qualquer tipo de denúncia dessa contra um bolsonarista… Meu irmão, era a terceira guerra mundial, matéria no Fantástic", disse Nikolas Ferreira.
Nikolas Ferreira que já havia se desentendido com Silvio nas rede sociais e também durante reuniões na Câmara dos Deputados e fez questão de lembrar que "a voz aveludada" do ministro "não engana mais o Brasil".
O deputado também está cobrando o posicionamento de grupos femininos em defesa das vítimasm principalmente de Anielle Franco, que é uma mulher negra. Ele ainda afirmou que o bando de hipócritas vai ficar em silêncio, porque o ministro dos Direitos Humanos é um homem de esquerda.
"Cadê as passeatas dos petistas aí fazendo manifestação pra derrubada do ministro que assedia mulheres, segundo a reportagem, cadê? Claro que não vai ter, porque vocês são um bando de hipócritas! Mas eu avisei, eu avisei. Se isso aí proceder e for verdade, quer dizer que o ministro de Direitos Humanos do Lula, ele assedia mulheres e é negro, que defende os negros, estava assediando uma negra, que é a Anielle Franco. Mas pra esquerda, nada disso importa. Afinal de contas, o problema não é o assédio, é quem assedia", comentou Nikolas Ferreira.
O ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, foi denunciado à organização Me Too Brasil por supostos episódios de assédio sexual contra mulheres. O Me Too Brasil, que acolhe vítimas da violência, confirmou à coluna de Guilherme Amado, do Metrópoles. A informação foi noticiada no início da noite desta quinta-feira, 5 de setembro.
A coluna contatou a organização após receber denúncias de suposta prática de assédio sexual por Silvio Almeida contra a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, além de outras mulheres. Anielle não quis comentar os relatos sobre o suposto assédio contra ela. Procurado, Almeida não respondeu à coluna.
Segundo o Me Too, as mulheres que denunciaram Silvio Almeida pediram anonimato. Indagado se uma destas denunciantes foi a ministra, o Me Too afirmou que não poderia confirmar para não expor supostas vítimas.
A coluna apurou com 14 pessoas, entre ministros, assessores do Governo Federal e amigos de Anielle Franco, como teriam ocorrido os supostos episódios de assédio a Anielle, que incluiriam toque nas pernas da ministra, beijos inapropriados ao cumprimentá-la, além de o próprio Silvio Almeida, supostamente, ter dito a Anielle expressões chulas, com conteúdo sexual. Todos os episódios teriam ocorrido no ano passado.
O assunto é de conhecimento de vários ministros do governo. A coluna procurou tanto Anielle quanto Silvio Almeida. Ambos não quiseram se pronunciar sobre o tema. O espaço segue aberto para manifestações.
À coluna, o Me Too afirmou que não compartilha as informações de vítimas sem o consentimento delas e da equipe técnica responsável pelo acolhimento.
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Segundo a reportagem, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, comunicou a Fachin que conversas extraídas do celular de Vorcaro, controlador do Banco Master, trazem referências frequentes ao ministro.
A apresentação acontecerá na Marquês de Sapucaí e terá como tema a trajetória pessoal e política do chefe do Executivo.
Nesta edição, o Governo de Pernambuco está investindo o valor recorde de R$ 87,2 milhões, garantindo mais tranquilidade aos foliões.
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