Fabrica de motores Horse Powertrain. Foto: Divulgação/Renault
A Renault deu um passo estratégico em setembro ao iniciar a produção local do motor 1.3 Turbo Flex no Brasil, na fábrica da Horse Power Train em Curitiba. Essa nova etapa visa fortalecer a nacionalização da linha de motores, que já inclui o 1.0 Turbo do recém-lançado Kardian. O objetivo da montadora é diminuir a dependência da importação, reduzindo custos de produção e ampliando os lucros no mercado nacional.
A Horse Power Train, empresa formada por uma parceria entre a Renault e a Geely, não apenas fornece motores para a própria Renault, mas também para marcas do grupo, como Nissan, Mitsubishi, Dacia e até mesmo a futura marca brasileira Lecar. Essa ampliação de produção em solo brasileiro beneficia diretamente modelos como o Renault Duster e a Oroch, que atualmente utilizam o motor 1.3 Turbo Flex.
A nacionalização desses motores vai além da simples redução de custos. O movimento também abre caminho para a produção de futuros veículos eletrificados da Renault, alinhando-se às tendências globais da eletrificação automotiva. A montadora francesa planeja expandir seu portfólio de veículos híbridos e elétricos, e a produção local de motores contribui para essa transição.
Embora a expectativa seja que a redução dos custos de produção seja refletida nos preços ao consumidor, isso ainda não foi confirmado pela marca. No entanto, a nacionalização pode tornar os veículos da Renault mais competitivos, tanto no Brasil quanto em outros mercados da América Latina.
A produção do motor 1.3 Turbo Flex representa um marco importante para a Renault, destacando o Brasil como um polo estratégico para a montadora e fortalecendo sua presença na região, com um olhar para o futuro da mobilidade eletrificada.
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