Peça de airbag mata motorista em Fortaleza. Foto: TV Globo/ Reprodução
O recall dos airbags Takata se tornou um dos maiores escândalos da indústria automotiva, afetando milhões de veículos em todo o mundo. No Brasil, o problema voltou aos holofotes após a revelação de que mais de 2,5 milhões de carros ainda circulam com airbags defeituosos, e o dispositivo já causou sete mortes no país. O escândalo, que começou a ganhar destaque em 2013, envolve uma peça chamada insuflador, responsável por inflar o airbag durante uma colisão.
O grande risco está no fato de que o insuflador pode explodir com força excessiva, lançando estilhaços de metal contra os ocupantes do veículo. Esse problema ocorre devido ao uso do nitrato de amônio como agente propulsor, que pode se degradar em ambientes quentes e úmidos, comuns em muitas regiões do Brasil. A falha já foi associada a 30 mortes globalmente e mais de 300 feridos, tornando-se o maior recall da história automotiva.
Apesar de as montadoras estarem obrigadas a comunicar os consumidores sobre recalls por meio de anúncios em TV, rádio e jornais, ainda há um grande número de motoristas que não realizaram o reparo, que é gratuito. Esse descuido é preocupante, já que os veículos com o defeito continuam representando um risco significativo para os passageiros.
O recall abrange veículos de 19 montadoras, como Honda, Toyota, Nissan, BMW, e diversas outras. Essas marcas disponibilizam ferramentas online para que os proprietários possam verificar, através do número do chassi, se o seu carro está entre os modelos convocados. Além disso, as montadoras enviam cartas e oferecem atendimento por telefone para orientar os clientes.
Em resumo, o problema dos airbags Takata ainda está longe de ser resolvido no Brasil, e é crucial que os proprietários verifiquem se seus veículos precisam passar pelo recall para evitar mais tragédias relacionadas a essa falha letal.
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