Antônio Barra Torres, comparou a crise dos yanomami com o Holocausto que ocorreu durante a Segunda Guerra Mundial.
26 de janeiro de 2023 às 18:31
Ainda com tristeza quero citar as outras cenas tão tristes e tão terríveis que nos remontaram. As cenas que só víamos nos documentários, também da Segunda Guerra Mundial nas cenas do Holocausto. Vemos nessas cenas pessoas com ossos cobertos apenas por pele e vimos que isso acontece no nosso próprio país, como isso chegou a esse ponto? Diz Antonio Barra Torres, diretor-presidente da AnvisaA fala aconteceu durante a primeira reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT) de 2023, que discutiu ações e políticas públicas da saúde entre o governo federal e representantes de municípios. O Ministério da Saúde declarou, no sábado (21), Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional devido à “necessidade de combate à desassistência sanitária dos povos que vivem no território yanomami”, em Roraima. Conforme apontou a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, 570 indígenas yanomami morreram de desnutrição ao longo dos últimos quatro anos. A ministra da Saúde, Nísia Trindade, afirmou que havia uma política de abandono indígena no país. “Abandono é uma política, é isso que vemos, infelizmente, em relação à questão indígena, e tantas outras”, declarou durante o encontro da comissão.
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Segundo a parlamentar, parte da oposição utiliza a retórica conservadora para proteger políticos corruptos e interesses próprios.
De acordo com o relato, ele foi aprovado nas etapas teóricas do concurso, incluindo provas discursivas e também na avaliação oral, consideradas entre as fases mais exigentes da seleção.
A discussão ocorreu entre Benny Briolly (PSOL) e a vereadora Fernanda Loubac (PL), que se posicionou contra a concessão do título de cidadã niteroiense à artista.
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