A suspeita da polícia é que os dispositivos seriam usados para gravar o voto dos eleitores na urna eletrônica.
A explicação é do secretário de Tecnologia da Informação do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), Michel Kovacs, e vale para todo o país.
Cerca de 2 mil eleitores já foram atendidos pelos canais de atendimento por voz do Tribunal, no início da manhã deste domingo (4).
A desinformação circula desde 2020 e já foi diversas vezes desmentida pela Justiça Eleitoral, apontando que a empresa venezuelana Starmatic não forneceu equipamentos para o Brasil.
A manifestação veio após o senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência da República, divulgar a embaixadores de outros países informações falsas sobre o equipamento.
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