A decisão acompanha a medida adotada pelo Governo de Pernambuco e busca alinhar o calendário municipal ao estadual, garantindo maior eficiência administrativa.
O objetivo da proposta é garantir o diagnóstico já em recém-nascidos e dar o início imediato do tratamento, o que pode reduzir complicações e salvar vidas.
Apesar do esforço dos profissionais envolvidos, o quadro de saúde do animal era delicado.
Órgão sanitário determina retirada imediata dos produtos das prateleiras após identificar origem duvidosa, falhas na iodação e riscos à saúde.
Mais de 130 mil doses foram aplicadas; vacinação ocorreu em 2 mil locais, com foco em HPV, influenza e tríplice viral.
A ideia é reforçar o quadro de profissionais do setor e reduzir o déficit existente nas unidades de atendimento da capital pernambucana.
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