O Ministério Público obteve liminar que determinou a retirada dos conteúdos discriminatórios postados pelo pai da vítima nas redes sociais e estabeleceu uma multa diária de R$ 2 mil, caso voltasse a veiculá-los.
Os primeiros dados indicam que as lesões foram superficiais, mas a equipe médica decidiu manter a moça internada para acompanhamento.
Para sustentar a farsa e justificar seus traços físicos de adulta, a suspeita alegava ser autista e possuir outras condições clínicas.
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