A suspeita ficou na carceragem da Polícia Civil e foi liberada após a audiência de custódia.
O Ministério Público acompanha o caso desde o início da semana e aguarda informações da Polícia Militar e do Avaí para avançar na identificação dos envolvidos.
O cantor e dançarino pernambucano passou quatro dias preso após ter sido acusado de chamar uma mulher de "macaca" no Distrito Federal.
Durante a transmissão, o repórter mencionou a casa de um homem identificado como praticante da religião, sugerindo ligação entre o crime e a sua fé.
Grande parte dos comentários ofensivos apontava que ela não poderia representar o estado por ser negra.
A vítima acabou sendo expulsa por cometer agressão no campo de futebol e pediu que seja feita justiça.
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