As investigações tiveram início em janeiro de 2026 e buscam identificar e desarticular o grupo criminoso, conhecido durante a apuração como "Gangue do Rolex".
As investigações começaram em janeiro deste ano e apontaram a existência de uma associação criminosa especializada nesse tipo de crime patrimonial.
De acordo com a Prefeitura de Ipojuca, por meio da Secretaria Municipal de Educação, substâncias teriam sido colocadas na garrafa de água utilizada pelo docente.
Segundo o relato da vítima, além de sofrer agressões e ter o corpo incendiado, a mulher foi trancada dentro de casa, mas conseguiu fugir.
A ofensiva, batizada de Operação Cerco Estratégico, teve como objetivo desarticular um esquema que utilizava a intimidação para impedir a atuação de empresas concorrentes.
O crime aconteceu na presença do sobrinho da vítima, um adolescente de 12 anos. De acordo com a Polícia Civil, o suspeito foi identificado como Humberto Correia de Lima, de 47 anos.
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