De acordo com vídeo divulgado pelo grupo sindical, policiais militares informaram que Luiz Soares estaria impedindo a categoria de trabalhar.
A atividade tem como objetivo defender a segurança dos usuários e trabalhadores do Metrô, além de denunciar o sucateamento e a tentativa de privatização do sistema
Metroviários alertam que a privatização agrava os problemas e reivindicam que o presidente Lula cumpra o compromisso de manter o sistema público e seguro.
Plano de contingência começa nesta segunda (3) com reforço em 15 linhas e criação de três novos trajetos emergenciais para os passageiros.
A decisão ocorre após meses de tentativas frustradas de diálogo com o governo federal e a CBTU, responsável pelo sistema.
O pedido acontece logo após os vagões do metrô pegar fogo e paralizar os dois ramais da Linha Centro.
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