A decisão foi tomada por maioria pela Segunda Seção do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), após a defesa recorrer de decisões anteriores que haviam negado parte dos pedidos.
Luciano Lopes Pastor tinha um arsenal de armas e um simulacro de uma granada nazista em sua casa, em Catanduva, no interior de São Paulo.
A postagem permaneceu disponível até ser apagada pelo próprio profissional. Antes da remoção, o conteúdo teria ultrapassado 130 mil visualizações.
Investigação começou após uma mãe encontrar mensagens no celular do filho adolescente; brasileiro também cursava medicina no país vizinho.
Durante o período em que permaneceu com o órgão suíno, o paciente não precisou de diálise, o que permitiu aguardar a disponibilidade de um rim humano.
O homem de 37 anos era investigado pela Polícia Federal havia cerca de oito anos e tentou se esconder no consultório, segundo o delegado do caso.
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