O homem, de 49 anos, apontado como responsável pela morte de Maíssa Batista, estava escondido na cidade baiana.
Segundo a PCPE, a investigação teve início em junho de 2024. Os mandados judiciais que embasam a operação foram expedidos pelo Juízo da 6ª Vara Criminal da Capital.
Conforme a denúncia, o homicídio teria sido executado como um ato de vingança do PCC, em resposta à atuação de Ruy Ferraz enquanto ocupava cargos de liderança na Polícia Civil.
A cena ocorreu dias após a Justiça determinar que ele deixasse o cargo por 180 dias, decisão que integra a segunda fase da Operação Copia e Cola, conduzida pela PF.
Um total de quatro pessoas foram presas, sendo três em virtude de mandados de prisão e mais uma, também parlamentar municipal, em flagrante.
A Polícia Civil encontrou armas, grande quantidade de munições e equipamentos usados na fabricação artesanal de armamentos na casa do investigado.
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