Segundo a categoria, a instabilidade no mercado internacional do petróleo, agravada por conflitos no exterior, tem impactado diretamente o valor do frete, tornando a atividade inviável para muitos profissionais.
A orientação dada aos motoristas é de que "cruzem os braços" permanecendo em casa ou em pontos de apoio, como postos de conveniência, evitando bloqueios de rodovias para não sofrer sanções judiciais e multas.
A decisão encerrou o julgamento do dissídio coletivo da categoria, pondo fim a uma campanha salarial cuja data-base estava fixada no 1º de agosto.
A paralisação foi motivada por reivindicações da categoria, que cobra reajuste salarial e mudanças em pontos do acordo coletivo, incluindo o plano de saúde.
Entre as principais reivindicações da categoria estão a reposição salarial com base na inflação e a manutenção de benefícios, como o adicional de férias.
A decisão foi tomada pela Federação Única dos Petroleiros (FUP) e seus sindicatos nesta quarta-feira, 10 de dezembro.
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