O material foi compartilhada pelo deputado federal Mário Frias (PL-SP), que atua como produtor executivo do longa e também é responsável pelo argumento do roteiro.
Os relatos envolvem problemas como alimentação inadequada, atrasos salariais e supostos episódios de tratamento abusivo nos bastidores da produção.
Os relatos descrevem diferenças no tratamento entre o elenco estrangeiro e os figurantes brasileiros.
Em março deste ano, o ministro Flávio Dino deu cinco dias para o parlamentar responder à denúncia da também deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP).
O senador usou o argumento de que o patrocínio envolvia recursos privados, e não públicos.
De acordo com a publicação, a reportagem teve acesso a áudios, mensagens, documentos e comprovantes bancários relacionados à negociação entre os envolvidos.
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