As ações que estavam sob a tutela do desembargador tiveram origem na 13.ª Vara Criminal Federal de Curitiba, base da Lava Jato.
O suposto comércio de sentenças no gabinete do magistrado teria sido intermediado pelo advogado conhecido como "lobista dos tribunais", assassinado a tiros de pistola em dezembro de 2023, à porta de seu escritório.
Piloto de avião, Gerson Palermo, conhecido como "Pigmeu", rompeu a tornozeleira eletrônica e fugiu poucas horas após ser beneficiado pela decisão judicial.
Em maio do ano passado, o desembargador foi afastado cautelarmente pelo plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por envolvimento em um caso de violência doméstica.
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