Na decisão, a juíza Patrícia Vasques Coelho determinou que o parlamentar informe, em nota, que a imagem não corresponde à realidade.
A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 7 de fevereiro, com 2.000 entrevistados. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
O parlamentar destacou as limitações físicas que enfrentou após o procedimento e afirmou que o momento exigiu reflexão sobre dores, mobilidade e rotina após intervenções médicas.
O relatório também afirma que as comorbidades apresentadas pelo ex-presidente não justificam, neste momento, a transferência para uma unidade hospitalar.
A mensagem foi publicada no perfil da ex-primeira-dama e rapidamente ganhou repercussão, alcançando milhares de curtidas, comentários e compartilhamentos.
Em petição em seu processo de execução penal, os advogados apontam que o ex-presidente passou a sofrer com "episódios eméticos" (vômito) e crises de soluço acentuadas.
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