A equipe responsável pelo atendimento foi formada pelos soldados Arantes, Dias Silva e Azevedo Neto.
Os profissionais realizaram manobras de reanimação por aproximadamente 45 minutos, seguindo os protocolos estabelecidos pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Sem resposta clínica, o óbito foi constatado
A criança foi achada no local por um paciente da unidade que rapidamente acionou a equipe médica
O caso vinha sendo tratado pela Polícia Civil como "uma ocorrência de estupro de vulnerável seguido de morte".
A criança chegou a ser levada para uma unidade de saúde, mas não resistiu aos ferimentos. O resultado da perícia apontou que a causa da morte foi asfixia.
Criança foi socorrida por policiais militares durante patrulhamento no bairro da Cohab-Ibura e levada à UPA da Lagoa Encantada.
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