A análise do caso está parada desde setembro de 2023, quando a ministra Rosa Weber, atualmente aposentada, apresentou voto favorável à medida.
A religiosa contou que gravava conteúdos para a internet quando sofreu um sangramento repentino, o que a deixou muito preocupada.
No encontro, os participantes apresentaram seus depoimentos e frisaram argumentos antiaborto, como as possíveis consequências negativas do procedimento.
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