Vacinação segue como principal forma de prevenção contra o sarampo. Foto: Freepik
Com a chegada do verão e o aumento do fluxo de turistas, o estado de São Paulo emitiu um alerta para o risco de circulação do sarampo. As autoridades de saúde confirmaram dois casos da doença em 2025, o que reacendeu a atenção para uma infecção que já esteve sob controle no país. O período de férias, festas e viagens amplia o contato entre pessoas de diferentes regiões, o que favorece a transmissão de vírus respiratórios, como o do sarampo.
O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa, transmitida pelo ar, principalmente por meio de tosse, espirros, fala e respiração em ambientes fechados. Uma pessoa infectada pode transmitir o vírus antes mesmo de perceber os primeiros sinais. Esse fator dificulta o controle rápido da doença, sobretudo em locais com grande circulação de pessoas, como aeroportos, rodoviárias, praias, eventos e áreas turísticas.
O estado de São Paulo registrou dois casos de sarampo em 2025, segundo dados oficiais da vigilância em saúde. Mesmo com números baixos, a Secretaria de Saúde reforça que cada caso exige atenção imediata. O histórico da doença mostra que surtos podem surgir a partir de poucos registros quando a cobertura vacinal cai. O alerta tem caráter preventivo e busca evitar a reintrodução do vírus de forma mais ampla no território paulista.
A principal forma de prevenção contra o sarampo é a vacinação. A vacina faz parte do calendário nacional e está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde. Crianças, adolescentes e adultos precisam manter a caderneta atualizada para garantir proteção individual e coletiva. A cobertura vacinal adequada reduz a circulação do vírus e protege também quem não pode se vacinar, como pessoas com condições específicas de saúde.
O aumento do turismo no verão preocupa as autoridades porque muitas pessoas viajam entre estados e países. Algumas regiões do mundo ainda registram circulação ativa do sarampo, o que eleva o risco de casos importados. Quando uma pessoa não vacinada entra em contato com o vírus, ela pode adoecer e transmitir a infecção a outras pessoas, especialmente em ambientes com aglomeração.
Os sintomas iniciais do sarampo costumam incluir febre, tosse, coriza e mal-estar geral. Com a evolução da doença, surgem manchas vermelhas na pele, que geralmente começam no rosto e se espalham pelo corpo. Esses sinais podem se confundir com outras doenças comuns do verão, o que reforça a importância de procurar atendimento de saúde diante de sintomas persistentes, principalmente em pessoas não vacinadas ou com histórico de viagem recente.
A Secretaria de Saúde orienta profissionais da rede pública e privada a manter atenção redobrada para a identificação de casos suspeitos. A notificação rápida permite o bloqueio da transmissão, com acompanhamento de contatos e reforço da vacinação quando necessário. Essa estratégia ajuda a evitar a propagação da doença e protege a população de forma mais ampla.
O alerta emitido em São Paulo também serve como lembrete para que a população confira a situação vacinal antes de viajar. Muitas pessoas adultas não lembram se receberam todas as doses recomendadas ao longo da vida. A checagem da carteira de vacinação e a busca por uma unidade de saúde em caso de dúvida contribuem para reduzir riscos individuais e coletivos.
O estado reforça que o sarampo não é uma doença leve e pode causar complicações, especialmente em crianças pequenas e pessoas com baixa imunidade. A prevenção por meio da vacina continua sendo a medida mais segura e eficaz. Em um período marcado por maior circulação de pessoas, informação clara e vacinação em dia se tornam ferramentas essenciais para proteger a saúde pública.
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