Nozes reúnem nutrientes importantes e podem compor diferentes preparações. Foto: Freepik
As nozes despertam interesse crescente entre consumidores que buscam opções nutritivas para complementar a alimentação. Apesar de não figurarem entre os alimentos mais comuns no dia a dia do brasileiro, elas vêm ganhando espaço em receitas e em hábitos alimentares mais variados, especialmente entre pessoas que procuram alternativas práticas e saborosas para lanches e preparações culinárias.
A história das nozes acompanha antigas civilizações, já que registros apontam que o fruto era consumido há milhares de anos em regiões que abrangem Ásia Central e Oriente Médio. A nogueira-europeia, responsável pela noz mais conhecida atualmente, espalhou-se pelo continente europeu e, mais tarde, chegou às Américas. Esse percurso histórico explica por que o fruto continua presente em diferentes culturas, ainda que em proporções distintas.
No Brasil, as nozes aparecem mais intensamente em algumas épocas do ano, especialmente em datas comemorativas. Mesmo assim, quem as consome no cotidiano costuma destacar o sabor característico e a sensação de saciedade que elas proporcionam. A composição do alimento ajuda a entender isso. As nozes concentram gorduras consideradas benéficas, fibras, proteínas vegetais e minerais amplamente reconhecidos, como magnésio e fósforo. Esses componentes contribuem para que o fruto seja visto como uma opção nutritiva quando consumido com moderação.
A literatura científica mais ampla aponta que o consumo de nozes dentro de uma alimentação variada pode contribuir para a saúde do coração, principalmente por causa das gorduras insaturadas presentes no fruto. A presença de fibras também ajuda no funcionamento intestinal, algo que muitos consumidores relatam como vantagem percebida no dia a dia.
O mercado oferece diferentes tipos de nozes, e cada variedade traz particularidades. A noz-europeia, também conhecida como noz-inglesa ou noz-mariposa, é a mais comum nas prateleiras brasileiras. A noz-pecã, produzida em maior escala no Sul do país, aparece tanto em receitas tradicionais quanto em sobremesas. Outras variedades são mais presentes em preparações internacionais e menos encontradas no consumo brasileiro cotidiano. Mesmo com diferenças de textura e sabor, todas mantêm características gerais, como o teor de gorduras benéficas e o perfil nutricional semelhante.
A versatilidade do fruto favorece seu uso em diferentes contextos. Muitas pessoas adicionam nozes a saladas, iogurtes, bolos, pães e barras caseiras. Em outras situações, pequenas porções funcionam como alternativa prática para lanches rápidos. Essa flexibilidade permite que o alimento se encaixe nas preferências individuais, mesmo que seu consumo ainda não seja tão amplo quanto o de outras oleaginosas.
O consumo de nozes, no entanto, requer cuidados importantes. Por terem alto valor calórico, as porções devem ser observadas com atenção, principalmente por quem segue orientações nutricionais específicas ou precisa controlar a ingestão de energia. Outro ponto essencial envolve alergias: indivíduos com alergia a nozes ou outros frutos secos devem evitar completamente o consumo, pois mesmo pequenas quantidades podem desencadear reações.
A maneira de armazenar o fruto também influencia sua qualidade. O teor de gordura torna as nozes mais sensíveis ao calor e à umidade, o que pode comprometer sabor e textura. Guardar em local fresco, seco e, quando possível, sob refrigeração ajuda a preservar o alimento por mais tempo.
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