Imagem ilustrativa de uma mulher deitada na cama tentando dormir. Foto: Freepik
A dificuldade de desacelerar no fim do dia tem se tornado um dos motivos mais comuns para noites mal dormidas entre adultos. Muitas pessoas chegam à cama exaustas, mas não conseguem desligar a mente.
Especialistas explicam que a ansiedade noturna pode surgir por excesso de estímulos, preocupações acumuladas e falta de uma rotina que prepare o corpo para descansar. Diversas estratégias, acessíveis e simples, ajudam a tornar o período antes de dormir mais leve e confortável.
O processo começa com a criação de um momento de transição entre o ritmo acelerado do dia e o silêncio da noite. Esse ritual, feito de forma regular, envia sinais claros ao corpo de que é hora de reduzir a velocidade.
Atividades como um banho morno, um livro leve ou uma música tranquila ajudam o organismo a entrar nesse estado. O calor da água relaxa a musculatura e, ao sair do banho, a queda natural de temperatura corporal favorece a sonolência. A leitura também costuma funcionar bem para quem busca reduzir pensamentos repetitivos, já que direciona o foco para algo simples e seguro.
A desconexão das telas aparece como um dos pontos mais importantes. A luz azul de celulares, computadores e televisões reduz a produção de melatonina, hormônio que regula o sono. Além disso, o conteúdo consumido, como redes sociais, vídeos rápidos ou notícias, pode estimular emoções fortes e dificultar o relaxamento. Especialistas recomendam evitar qualquer tipo de tela pelo menos uma hora antes de deitar. Em muitos casos, transformar o quarto em um ambiente sem eletrônicos ajuda a criar uma relação mais saudável com o momento de descanso.
Técnicas de respiração e relaxamento também aparecem entre os recursos mais usados por quem enfrenta ansiedade na hora de dormir. Exercícios respiratórios simples, como inspirar contando até quatro, segurar o ar por alguns segundos e soltar lentamente, ajudam a acalmar o sistema nervoso. A meditação guiada e o relaxamento muscular progressivo também surgem como alternativas acessíveis. Essas práticas direcionam a atenção para o corpo e reduzem o excesso de pensamentos, o que contribui para diminuir a tensão.
As preocupações do dia seguinte costumam ocupar espaço na mente no momento de dormir. Para evitar que essa lista mental se transforme em fonte de ansiedade, muitas pessoas adotam o hábito de escrever as tarefas em um caderno horas antes de ir para a cama. Essa estratégia funciona como um alívio mental, já que permite registrar o que precisa ser feito e colocar limites para o início da noite. Criar um horário específico, ainda durante a tarde ou início da noite, para pensar nos problemas também ajuda a encerrar o ciclo de preocupações antes do descanso.
O ambiente do quarto influencia diretamente a forma como o corpo interpreta o momento de dormir. Espaços escuros, silenciosos e com temperatura amena favorecem o relaxamento. Cortinas que bloqueiam a luz, máscaras de dormir e tampões de ouvido ajudam quem vive em locais com muito barulho ou iluminação intensa. Pequenos ajustes, como reduzir a claridade e manter o quarto organizado, também fazem diferença na sensação de tranquilidade.
Os especialistas reforçam uma orientação simples: quando a ansiedade impede o sono por mais de 20 minutos, o ideal é levantar e ir para outro cômodo. Realizar alguma atividade calma, como ouvir música suave ou folhear um livro, ajuda a reduzir a tensão. Voltar para a cama só quando o sono chegar evita que o cérebro associe o quarto a momentos de inquietação.
Embora essas estratégias ajudem muitas pessoas, casos persistentes ou que afetam a rotina diária pedem avaliação profissional. Psicólogos e médicos podem orientar tratamentos adequados, especialmente quando a ansiedade interfere de forma significativa na qualidade de vida.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui acompanhamento profissional. Quem enfrenta noites difíceis de forma contínua deve buscar orientação especializada.
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