Vagens de cardamomo, especiaria aromática com benefícios para digestão e saúde bucal. Foto: Freepik
O tempero conhecido como cardamomo ocupa hoje uma presença crescente na cozinha e na rotina de bem-estar. Extraído das sementes de plantas dos gêneros Elettaria e Amomum, da família das zingiberáceas (a mesma do gengibre), ele combina aroma suave, sabor que mistura notas doces, mentoladas e levemente salgadas, e versatilidade de uso.
Na culinária, o cardamomo se adapta bem tanto a pratos salgados, carnes, arroz, molhos, quanto doces, chás e cafés. Já na saúde, ele vem sendo estudado por suas propriedades variadas. Por exemplo, ele é fonte de vitaminas A, C, do complexo B, além de minerais como potássio, ferro, cálcio e magnésio. Também contém fibras, o que favorece processos digestivos e pode colaborar com a saúde intestinal.
Entre os benefícios atribuídos ao cardamomo, destaca-se a ação antimicrobiana. Estudos apontam que o óleo essencial extraído da semente apresenta capacidade para inibir microrganismos, o que pode refletir em benefícios para a saúde bucal e digestiva. Além disso, há indícios de que o consumo da especiaria pode ajudar na redução de colesterol e triglicerídeos embora as evidências ainda sejam limitadas e partam de estudos pré-clínicos. Outro ponto favorável é a possível ação anti-inflamatória, que contribui para a proteção diante dos radicais livres e favorece uma melhor qualidade de vida.
Em termos práticos, o cardamomo pode entrar na rotina alimentar de diferentes maneiras. Pode-se adicioná-lo em cafés ou chás, usar algumas vagens inteiras ou o pó em receitas doces e salgadas. O sabor marcante torna a especiaria um aliado para quem busca inovar no preparo dos alimentos. No entanto, é importante destacar que nenhum alimento por si só promove resultados “mágicos”, os benefícios dependem de um conjunto de bons hábitos alimentares e estilo de vida.
Apesar das vantagens, há algumas contraindicações a serem levadas em conta. O consumo de cardamomo precisa ocorrer com moderação e, em algumas situações, deve-se evitar ou restringir. Por exemplo, pessoas com alergia ou intolerância a componentes desta especiaria devem evitá-la. Além disso, quem sofre de doenças inflamatórias intestinais precisa ter cuidado: esse tipo de condição pode tornar o uso menos indicado ou exigir acompanhamento profissional. Outro alerta se refere a pessoas com cálculos biliares ou propensas a esse quadro. Em algumas publicações, indica-se que o cardamomo pode não ser adequado para quem tem pedrinhas na vesícula. O excesso do consumo também pode desencadear irritação gastrointestinal em alguns casos.
Para quem quer experimentar com segurança, uma boa sugestão é começar com pequenas quantidades, por exemplo, uma ou duas vagens ou uma pitada de pó por dia e observar como seu corpo reage. Como a quantidade ideal ainda carece de consenso científico em humanos, vale atuar com cautela.
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