Em nota, a agência alertou que os falsos anúncios atraem pacientes oferecendo medicamentos mais baratos ou mesmo de forma gratuita, via Governo Federal.
Pessoa aplicando caneta emagrecedora. Foto: Freepik
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) identificou falsos anúncios, em redes sociais e na internet, sobre a venda de medicamentos agonistas GLP-1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras, incluindo o Mounjaro (tirzepatida).
Em nota, a agência alertou que os falsos anúncios atraem pacientes oferecendo medicamentos mais baratos ou mesmo de forma gratuita, via Governo Federal, mas após a realização de cadastro.
“Atenção: os anúncios são falsos. A Anvisa não comercializa qualquer medicamento ou serve de intermediária para a sua venda. Os anúncios simulam, inclusive, o site oficial da agência. O domínio gov.anvisa.org não pertence à agência”, informou.
No comunicado, a entidade destaca ainda que pacientes só devem comprar medicamentos por meio de farmácias e drogarias regularizadas.
“Se você encontrar publicações desse tipo, denuncie! E não clique em links relacionados”.
Uma mulher de 40 anos, identificada como Luana dos Santos Anastácio, morreu três dias após passar por um procedimento estético de aplicação de enzimas em uma clínica no Guarujá, litoral de São Paulo.
No boletim de ocorrência, o caso foi registrado como uma morte suspeita na Central de Polícia Judiciária de Santos e está sendo investigado pela Delegacia Sede de Guarujá.
Segundo Mizael Souza Anastácio, marido da vítima, ela havia contratado seis aplicações de tirzepatida, também conhecida como Mounjaro. No entanto, antes que todas as sessões fossem realizadas, a medicação acabou. Diante disso, a empresa responsável teria oferecido enzimas como uma espécie de “brinde”. O marido de Luana também revelou que o tratamento na clínica começou em 5 de agosto.
Na mesma data em que firmou o contrato, a paciente recebeu a primeira aplicação do medicamento, realizada por um biomédico e não por um médico. Ainda assim, ela não teria apresentado reações adversas.
O boletim de ocorrência também aponta que, em 29 de agosto, Luana recebeu duas aplicações de enzimas, oferecidas pela biomédica como um “brinde”, sem qualquer análise clínica prévia.
Após o procedimento, a paciente passou a sentir-se mal. No dia seguinte, o quadro se agravou com febre, diarreia e vômitos. Em 31 de agosto, ela foi levada pelo marido ao hospital, onde deu entrada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Segundo o relato de Mizael, durante a internação, o estado de saúde da esposa piorou rapidamente. Ela passou a apresentar manchas roxas pelo corpo, sangramentos na língua e nos pontos de aplicação do soro, além de outras complicações que levaram ao óbito.
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