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Vídeo: INFLUENCER evangélico 'CONFESSA PECADOS' antes de ser PRESO acusado de ESTUPRAR TRÊS FIÉIS; ASSISTA

Victor Bonato é um dos fundadores do grupo Movimento Galpão e tem cerca de 145 mil seguidores no Instagram.

07 de outubro de 2023 às 19:05

O influencer evangélico Victor de Paula Gonçalves, de 27 anos, conhecido como Victor Bonato foi preso pela Polícia Civil no dia 20 de setembro, sob a acusação de ter estuprado três mulheres na cidade de Barueri, na Grande São Paulo. (confira vídeo abaixo). Bonato é um dos fundadores do grupo evangélico Movimento Galpão e tem cerca de 145 mil seguidores no Instagram. Um dia antes de ser detido, o evangélico publicou um vídeo onde pede perdão as vítimas, afirmando que 'não teve atitude de homem'.

“Eu errei como homem e estou aqui me confessando e pedindo perdão como homem. Quero pedir perdão às meninas com quem eu falhei, que eu defraudei e magoei, com quem eu não tive atitude de homem”, disse.
Veja o vídeo: 

https://www.instagram.com/p/CyHPmeOhH6_/

“Quero pedir perdão à família de cada uma pelas falhas que cometi e espero que possam me perdoar. E se vocês não conseguirem, eu também compreendo”, continuou.

Logo após o influencer ser preso, o Movimento Galpão anunciou em suas redes sociais que os encontros presencais do grupo estão suspensos por conta de 'fatos que estão sendo divulgados e de um novo tempo que Deus está nos direcionando'. Segundo a decisão do juiz, as mulheres eram frequentadoras do Galpão e foram persuadidas a participar de atos sexuais por conta da "autoridade religiosa" de Bonato e de sua agressividade. Leia mais: >>> PASTOR EVANGÉLICO é preso no Rio de Janeiro por latrocínio cometido em PERNAMBUCO Pastor preso por atacar religiões africanas A Vara Criminal da Comarca de Igarassu acolheu os pleitos do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) na ação penal número 0000176-80.2022.8.17.2710 e condenou um pastor pela prática de discriminação racial através de publicação em meio de comunicação social (Artigo 20 parágrafo 2º da Lei Federal nº 7.716/89). Além da pena de dois anos e seis meses de reclusão, a Justiça também determinou que o réu pague a quantia de R$ 100 mil de dano moral coletivo. O montante deverá ser destinado a ações de enfrentamento à intolerância contra religiões de matriz africana, que serão selecionadas pelo Conselho Estadual da Promoção da Igualdade Racial. Na decisão, proferida no dia 11 de setembro, a juíza Ana Vieira Pinto ressalta que o réu excedeu os limites da liberdade de expressão e de crença ao postar no seu perfil do Instagram, no mês de julho de 2021, vídeo cujo conteúdo viola o princípio da dignidade da pessoa humana.

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