Papa Leão XIII e Papa Leão XIV. Foto: Reprodução
Nesta quinta-feira, 8 de maio, no Vaticano, foi eleito o sucessor de Francisco. O novo papa, Robert Prevost, é norte-americano e escolheu ser chamado de Leão XIV.
O último líder da Igreja a adotar este nome foi Vincenzo Gioacchino Raffaele Luigi Pecci, em 1878. O 13º que utilizou a nomenclatura se destacou por um papado duradouro de 25 anos (1878-1903). Tomou posse aos 68 anos e liderou até sua morte, aos 93.
Foi um dos pontífices mais influentes da história católica moderna. Marcado pelos seus posicionamentos progressistas, buscava conciliar as tradições religiosas com o mundo moderno. Gioacchino atuava fortemente nas áreas sociais, filosóficas e políticas, promovendo uma aproximação entre a Igreja e os grandes debates da época.
Além disso, tomou frente em diversas iniciativas importantes. Leão XIII publicou Rerum Novarum, que abordava o direito dos trabalhadores e a justiça social. Este documento se tornou peça-chave para o início da Doutrina Social da Igreja, isto é, o conjunto de princípios morais e sociais formulados a partir do Evangelho e da tradição católica para orientar a atuação da Igreja e dos fiéis.
Apesar de haver antecedentes pontuais, este foi o pontapé para que a Instituição passasse a se posicionar a respeito dos problemas sociais e econômicos que pairam no mundo.
Durante seu pontificado, ele implementou mudanças no ensino católico, estimulou a valorização da filosofia de São Tomás de Aquino e ampliou a qualificação intelectual tanto do clero quanto dos fiéis leigos.
Conhecido como o "Papa do Rosário", escreveu 12 encíclicas sobre o tema e ressaltou a importância do instrumento como forma de fortalecer a fé através dos mistérios da vida de Cristo.
A escolha do nome por Robert Prevost pode significar uma continuação do legado de Leão XIII.
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