A líder religiosa não popou palavras de exortações ao crentes presentes no evento e pediu reverência no momento da ministração da Palavra de Deus.
28 de janeiro de 2025 às 09:47 - Atualizado às 12:45
Pastora Camila Barros Foto: Reprodução/Internet
A pastora e pregadora Camila Barros reclama de crentes que levam Pipoca para comer na Igreja durante o culto na Igreja Batista Lagoinha em Alphaville.
Camila chamou atenção dos ouvintes e pediu reverência no momento da ministração da Palavra de Deus, no momento da pregação.
"Hoje o cheiro de pipoca tá maior do que nunca. E isso ta se dando pela quantidade de pessoas entrando no culto com pipoca", fala Camila Barros.
A pastora deixou bem claro, sua indignação pelos crentes que estavam comendo pipoca.
"Na Igreja de vocês, já chegou essa moda de comer pipoca durante o culto, igual cinema?", disse a pastora, de forma irônica.
No vídeo, Camila Barros, incomodada pelo forte cheiro de pipoca, pediu aos fiéis que guardassem o alimento e se concentrassem na palavra de Deus com respeito.
Momento delicado da instituição
A Igreja Batista da Lagoinha enfrentou um momento delicado, marcado por disputas familiares que refletem na dinâmica da congregação.
O pastor André Valadão, líder global da igreja, moveu uma ação contra Felippe Valadão, cunhado e responsável pela Lagoinha de Niterói. A controvérsia envolve o uso do nome “Lagoinha”, considerado uma marca registrada por André.
Ana Paula Valadão, irmã de André, defendeu Felippe e Mariana Valadão, sua outra irmã, em um posicionamento que trouxe ainda mais tensão à família. Durante uma pregação online, Ana Paula teve sua transmissão interrompida, gerando questionamentos na comunidade gospel.
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Um acordo feito pelo religioso com a família Gil dá prazo de 30 dias para a retratação pública, além de outras medidas.
A aposentada Fátima Candeias, de 62 anos, foi atingida por um soco no rosto enquanto entoava louvores em via pública.
É também um momento de conscientização, porque muita gente ainda não conhece, ainda tem preconceito.
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