Pastor é preso por estuprar três mulheres durante "rituais religiosos" dentro de igreja Foto: Ilustração/Agência Brasi
A Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) cumpriu, na sexta-feira, 23 de janeiro, a prisão preventiva de um pastor suspeito de cometer crimes sexuais contra fiéis em Itaiópolis, no Planalto Norte catarinense. A ação faz parte da Operação “Fé Cega”, deflagrada após denúncias feitas por três mulheres.
Segundo a investigação, o líder religioso se aproveitava da posição de autoridade dentro da igreja para se aproximar das vítimas e conquistar sua confiança. Ele buscava fiéis em momentos de fragilidade emocional, oferecendo “ajuda espiritual” por meio de orações e rituais.
Os relatos apontam que os ataques ocorreram tanto nas residências das vítimas quanto no próprio templo. Durante os supostos rituais, o pastor utilizava óleos e outras substâncias, deixando as mulheres desorientadas e, em alguns casos, desacordadas. Esse estado facilitava a prática dos abusos.
A PCSC investiga os casos como abuso sexual e violação mediante fraude, já que o suspeito teria se valido de manipulação e substâncias para cometer os crimes.
Após os procedimentos legais, o pastor foi encaminhado ao sistema prisional e segue à disposição da Justiça. As investigações continuam para identificar se existem outras vítimas.
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da Seção de Atendimento à Mulher (SAM) da 27ª Delegacia de Polícia, deflagrou em outubro de 2025, a Operação Falso Profeta, que resultou no cumprimento de mandado de prisão preventiva contra um pastor, acusado de praticar diversos crimes sexuais e de violência física contra os próprios filhos e enteados.
A prisão é resultado de uma investigação conduzida pela SAM/P27, que apurou que o investigado, consagrado como pastor de uma igreja em Santo Antônio do Descoberto (GO), teria cometido estupro de vulnerável (art. 217-A do Código Penal) contra suas filhas (que tinham entre 6 e 7 anos na época dos fatos).
O silêncio das vítimas foi rompido após uma das filhas ser abordada por uma conselheira tutelar do Recanto das Emas, que a encorajou a denunciar os abusos sofridos. As vítimas relataram medo de represálias, falta de conhecimento sobre seus direitos e pressão de familiares paternos para que permanecessem em silêncio.
Os crimes ocorreram reiteradamente entre 2010 e março de 2018, na residência da família, localizada no Setor Habitacional Água Quente, no Recanto das Emas (DF). As investigações apontam que o autor também teria abusado sexualmente de seus enteados (que tinham entre 6 e 7 anos na época dos fatos) e W.P.S.(que tinham entre 6 e 7 anos na época dos fatos), no mesmo período.
Além dos crimes de estupro de vulnerável, Maurício Beserra foi denunciado por:
As vítimas relataram que os abusos ocorriam tanto quando o agressor estava sóbrio quanto sob efeito de drogas e álcool. Após os atos, ele as obrigava a colocar as mãos sobre a Bíblia e realizar orações, utilizando sua posição religiosa para justificar as condutas criminosas.
Ao ser informado, por intermédio de seu advogado, sobre a possibilidade de prisão, o criminoso tentou cometer suicídio no local de trabalho, sendo socorrido por colegas e encaminhado à UPA de São Sebastião, onde foi preso pela equipe da PCDF.
Após o cumprimento do mandado, o investigado foi conduzido à 27ª Delegacia de Polícia, onde foram adotadas as providências cabíveis.
A Operação Falso Profeta representa mais uma ação da PCDF no enfrentamento à violência sexual e doméstica contra crianças e adolescentes, reafirmando o compromisso institucional com a proteção das vítimas e a responsabilização dos agressores.
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