Montagem registra antes e depois de líder religioso em processo de transformação de identidade. Foto Montagem/Portal de Prefeitura
Um anúncio inesperado durante um culto da Igreja Metodista Unida de North Chili marcou a vida da congregação na última semana. O pastor responsável pela comunidade, aos 51 anos, revelou estar em processo de transição de gênero e que, a partir de agora, passa a se identificar como Phillipa Phaneuf, utilizando pronomes femininos.
Diante dos fiéis, Phillipa fez a declaração de maneira direta e emocional:
“Então, tenho o prazer de anunciar com alegria que estou em transição. Afirmo a todos vocês que sou transgênero. A melhor maneira de explicar isso é que não estou me tornando uma mulher, estou desistindo de fingir ser um homem. Este é um processo, e pode ser chocante para alguns o que tudo isso significa.”
A pastora também informou que está realizando terapia de reposição hormonal há três meses, o que deverá provocar mudanças visíveis em sua aparência, voz e cabelo ao longo do processo.
Durante o sermão, Phillipa também abordou sua identidade sexual algo que, segundo ela, sempre esteve presente em sua vida pastoral:
“Eu me enquadro na categoria do que chamam de assexual. Sou assim desde que estamos juntos [na congregação], no sentido de que não vivo minha vida buscando um relacionamento romântico.”
Após tornar sua transição pública, Phillipa afirmou à Fox News que a recepção da congregação foi “extremamente” receptiva.
Ela contou ainda que consultou o bispo antes do anúncio e que suas funções dentro da igreja seguirão sem alterações:
“Quaisquer deveres pastorais na igreja não serão afetados. O que permanecerá o mesmo é o meu amor cada vez maior por todos vocês.”
Como parte do sermão, Phillipa também comunicou que sua transição não foi aceita por seus familiares diretos:
“Eles me pediram para dizer a vocês que não me apoiam.”
A declaração emocionou parte da comunidade e evidenciou o impacto pessoal da mudança.
O caso de Phillipa Phaneuf reacende o debate sobre diversidade de gênero dentro de denominações cristãs. Em diversas regiões dos EUA, líderes religiosos LGBTQIA+ têm encontrado tanto acolhimento quanto resistência, refletindo mudanças profundas na relação entre fé, identidade e comunidade.
Da redação do Portal com informações do FuxicoGospel
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