Rodrigo Mocellin, da Igreja Resgatar, de Guaratinguetá (SP), gravou um vídeo comentando a mais nova polêmica.
26 de dezembro de 2024 às 13:27 - Atualizado às 14:30
Ed René Kivitz, líder religioso responsável pela Igreja Batista de Água Branca (IBAB). Reprodução/Instagram
O pastor Ed René Kivitz, responsável pela Igreja Batista de Água Branca (IBAB), causou mais uma polêmica em sua mensagem de Natal, quando afirmou que Jesus veio para "todes".
Kivitz, que foi expulso da Ordem dos Pastores Batistas do Brasil (OPBB) por seu posicionamento de negar a inerrância e suficiência da Bíblia Sagrada, além de um posicionamento relativista em relação ao aborto, voltou a usar a chamada "linguagem neutra".
"A Bíblia Sagrada diz que Jesus recebe o nome de lado de quem? Ao lado do rico, do pobre, do preto, do branco, ao lado do masculino, do feminino, ao lado de todas, de todes", diz Kivitz no vídeo compartilhado em suas redes sociais.
Meses atrás, o líder religioso da IBAB havia usado a expressão "bom dia pessoais" durante um sermão em que referiu-se a Deus como "mamãe do céu", indicando que intensificaria a defesa de pautas progressistas em suas manifestações.
O pastor Rodrigo Mocellin, da Igreja Resgatar, de Guaratinguetá (SP), gravou um vídeo comentando a mais nova polêmica e afirmou que "Kivitz é uma metralhadora de heresias".
"O homem é incansável na sua capacidade de falar absurdos!", enfatizou, antes de iniciar uma reflexão sobre o impacto da fala do líder da IBAB.
De acordo com Mocellin, há uma tentativa de transformar o pecado em uma expressão humana, através de distorções da mensagem bíblica:
"Estão pegando passagens bíblicas que fala sobre esse fato histórico de que, nas sociedades sempre houve exclusão, mas Cristo abraçou todo mundo. E isso é fato. Eles pegam isso e distorcem. O Evangelho, de fato, inclui a raça humana."
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Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
A denominação, liderada pelo pastor André Valadão, possui mais de 700 filiais no Brasil e no exterior.
O Caso envolve os novos líderes da Manah Church, que têm ações judiciais em andamento por dívidas significativas.
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