Bispos Estevam e Sonia Henrandes - @Reprodução
A Igreja Cristã Apostólica Renascer em Cristo, conhecida como Igreja Renascer, figura entre os devedores da União com um montante superior a R$ 52 milhões, conforme dados da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). A dívida está registrada sob o CNPJ 57.742.959/0001-10, e a instituição, sediada em São Paulo, enfrenta sérias pendências com o governo federal.
A dívida ativa da Igreja Renascer abrange diversos tipos de débitos, tanto tributários quanto não tributários, e se distribui nas seguintes categorias:
O montante previdenciário, que ultrapassa R$ 38 milhões, representa a maior parte da dívida da igreja. Esses débitos com a Previdência Social indicam a falta de repasse das contribuições dos funcionários, o que compromete o financiamento da seguridade social. Além disso, a dívida com o FGTS aponta problemas trabalhistas que envolvem os empregados da organização religiosa.
A inscrição na dívida ativa é um reflexo da inadimplência, mesmo após tentativas de cobrança por parte do governo. Isso coloca a Igreja Renascer em uma situação delicada, onde pode sofrer bloqueio de bens, penhoras de contas bancárias e outras sanções judiciais. A inscrição também impede que a igreja obtenha certidões negativas de débito, dificultando parcerias com o setor público, a obtenção de benefícios fiscais e até mesmo a regularização de imóveis e bens vinculados à instituição.
A Igreja Renascer, liderada pelos apóstolos Estevam e Sônia Hernandes, já teve um histórico de polêmicas envolvendo investigações jurídicas. A instituição foi alvo de investigações por lavagem de dinheiro, evasão de divisas e outros problemas estruturais, como o desabamento de sua sede na zona sul de São Paulo em 2009. Essas questões já afetaram a imagem da igreja e continuam a gerar controvérsias em torno de sua administração financeira.
Com a inclusão na dívida ativa, a Igreja Renascer agora enfrenta mais um capítulo de sua história conturbada, com implicações que podem impactar sua atuação e relações com o setor público.
Da redação do Portal com informações do site FuxicoGospel
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Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
A denominação, liderada pelo pastor André Valadão, possui mais de 700 filiais no Brasil e no exterior.
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