Alex Dias Ribeiro concedeu uma entrevista ao ADSAcast, de Fábio Filho, e revelou os bastidores da mudança de vida espiritual do principal nome do automobilismo brasileiro.
14 de dezembro de 2024 às 16:30 - Atualizado às 16:53
O ex-piloto de Fórmula 1, Alex Dias Ribeiro e Ayrton Senna. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
O ex-piloto de Fórmula 1, Alex Dias Ribeiro, compartilhou sua experiência de pregar para o lendário atleta brasileiro, Ayrton Senna, que faleceu devido a um acidente em 1994. Alex conviveu com a lenda do esporte brasileiro, e abriu o coração da experiência.
Ayrton Senna se tornou uma lenda por suas grandes conquistas nas pistas, mas também por sua postura na vida, inspirando resiliência e persistência.
Por conta dos 30 anos de sua morte, uma série nacional foi produzida para a Netflix, e despertou o interesse de muitos que não conheceram o piloto.
O ex-piloto evangélico Alex Dias Ribeiro concedeu uma entrevista ao ADSAcast, de Fábio Filho, e revelou os bastidores da conversão do principal nome do automobilismo brasileiro.
“Quem ganhou o Ayrton Senna para Cristo, quem começou todo esse processo, foi a Neuza Itioka, que ministrou para um movimento de universitários, a ABU, onde estudava a Vivian, e lá ela ouviu o Evangelho e se converteu a Cristo. Depois ela apresentou o Ayrton Senna à Neuza”, disse Ribeiro.
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Para Alex Dias , Neuza Itioka alertou Senna sobre questões espirituais:
“Nesse encontro, ela diagnosticou que tinham feito um trabalho contra ele, a nível espiritual. Ele já era o melhor piloto do mundo, mas as coisas não davam certo. Sempre batia, quebrava. Eu fiz uma oração de libertação dessas forças espirituais do mal, e o Ayrton foi lá e ganhou três corridas seguidas e ficou muito impressionado”.
Ribeiro contou também que Neuza Itioka pregou de forma objetiva sobre Cristo:
“[Senna] voltou [para o Brasil] nas férias dele e falou ‘olha, eu quero saber mais sobre esse Deus aí, porque Ele não é fraco não’. Aí ela apresentou o plano da Salvação para ele, tomou uma decisão ali na hora. Aí ele me ligou e falou ‘olha, o que eu faço agora, Alex?’. Eu falei ‘não conta para ninguém’”.
Esse sigilo tinha como objetivo preserva-lo do assédio de pastores e fãs evangélicos:
“A experiência que nós tínhamos com os Atletas de Cristo, de atletas famosos que se convertiam, era que eles passavam a sofrer uma pressão enorme com convites para pregar em várias igrejas, e ele era um bebê espiritual, não estava na hora de ser exposto”.
O ex-piloto afirmou ainda que foi realizado um trabalho de discipulado com Senna.
“A gente começou a fazer um trabalho de discipulado com ele”, destacou o ex-piloto na entrevista.
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