O arcebispo lembrou que a decisão pela proibição de venda e do consumo de bebida alcoólica já havia sido tomada pelo bispo emérito, dom Fernando Saburido.
22 de fevereiro de 2025 às 18:49 - Atualizado às 19:20
Dom Paulo Jackson, arcebispo de Olinda e Recife Foto: Bruno Vila Nova/Portal de Prefeitura
Dom Paulo Jackson, arcebispo de Olinda e Recife, assinou na quinta-feira, 20 de fevereiro, decreto que determina a proibição da venda e do consumo de bebidas alcoólicas em quermesses e outros eventos organizados e promovidos pelas igrejas, movimentos ou pastorais em todo o território arquidiocesano.
"A Igreja não autoriza. Trabalhamos em favor das famílias, queremos famílias abençoadas, unidas e transfiguradas, e isso obviamente não combina com bebida alcoólica", citou dom Paulo Jackson, durante reflexão em programa de rádio, em dezembro do ano passado.
O arcebispo lembrou que a decisão pela proibição de venda e do consumo de bebida alcoólica já havia sido tomada pelo bispo emérito, dom Fernando Saburido. No entanto, apesar da determinação, nem todas paróquias e grupos seguiam às diretrizes arquidiocesanas e vendiam bebidas alcoólicas em festas e eventos, desobedecendo o que já foi posto.
No documento publicado em redes sociais e site oficial da arquidiocese, o texto cita trecho do Documento 100 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), onde esclarece que a venda de bebidas alcoólicas em festas de padroeiros e outros eventos religiosos "contrasta com os programas de defesa da vida e combate à drogadição que a Igreja promove".
"É urgente a conversão das comunidades paroquiais para evitar o contratestemunho de promover o consumo de álcool em quermesses ou outras atividades recreativas", completa a CNBB.
O texto do Documento 100 lembra ainda que a Igreja Católica não proíbe o consumo de bebidas alcoólicas, mas orienta contra o excesso.
3
08:03, 14 Fev
25
°c
Fonte: OpenWeather
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
A denominação, liderada pelo pastor André Valadão, possui mais de 700 filiais no Brasil e no exterior.
O Caso envolve os novos líderes da Manah Church, que têm ações judiciais em andamento por dívidas significativas.
mais notícias
+