Segundo Debora, ela não conseguiu conciliar sua participação com suas crenças.
21 de janeiro de 2025 às 08:56 - Atualizado às 09:55
Influenciadora e criadora de conteúdo adulto Débora Peixoto Foto:Reprodução/Internet
A influenciadora e criadora de conteúdo adulto Débora Peixoto desistiu de desfilar pela escola Acadêmicos do Salgueiro após descobrir que o samba-enredo da escola é sobre a espiritualidade das matrizes africanas e traz temas relacionados à religiosidade, como o candomblé.
“Cresci em uma família que me ensinou valores cristãos muito fortes. O Carnaval sempre foi algo que amei, mas participar de um enredo que fala sobre práticas que não condizem com minha fé seria uma contradição para mim. Tenho medo de decepcionar minha família e de ser julgada por aqueles que compartilham da mesma fé que eu”, declarou.
A canção que embala o desfile possui trechos que detalham práticas religiosas, como:
“Prepara o alguidar, acende a vela / Firma ponto ao sentinela, pede a bênção pra vovô / Faz a cruz e risca a pemba / Que chegou Exu Pimenta e a falange de Xangô”.
Debora, que é criadora de conteúdo adulto, disse ainda que não conseguiu conciliar sua participação com suas crenças.
“Minha fé é um pilar importante na minha vida. Entendo a relevância cultural e histórica do enredo, mas não posso ignorar o impacto que isso teria nos meus princípios e na forma como minha família e minha comunidade enxergam isso”, afirmou
Casada Anderson Peixoto e Luiza Marcarto, Débora vive em trisal. Ela se incomodou com as críticas nas redes sociais.
"Todos tem direito à liberdade de expressão!!! Concordam?".
Os internautas voltaram a criticar a moça e falaram sobre a hipocrisia de se dizer apegada à religião, mas fazer conteúdo adulto e ser casada com duas pessoas.
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A denominação, liderada pelo pastor André Valadão, possui mais de 700 filiais no Brasil e no exterior.
O Caso envolve os novos líderes da Manah Church, que têm ações judiciais em andamento por dívidas significativas.
Durante o evento, o religioso afirmou que os estudantes estão sendo "enganados pelos professores", recorrendo à narrativa do "marxismo cultural".
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