Cardeais brasileiros que vão participar do conclave. Foto: Reprodução/Instagram
O Vaticano confirmou nesta segunda-feira, 28 de abril, que o conclave para eleger o novo papa terá início no próximo dia 7 de maio.
A definição da data aconteceu durante uma reunião fechada entre os cardeais, conhecida como Congregação Geral, realizada na manhã desta segunda.
A reunião contou com a presença de cerca de 180 cardeais, embora pouco mais de 100 estejam habilitados a votar.
A Capela Sistina, tradicional local do conclave, foi fechada ao público para receber os preparativos da votação. O conclave só poderá começar oficialmente após o término do Novendiales, o período de nove dias de luto pela morte do papa Francisco. O luto começou no sábado (26), logo depois do sepultamento do pontífice.
Durante o encontro, os cardeais reforçaram a necessidade de respeitar o tempo do Novendiales antes de iniciar o processo de escolha do sucessor de Francisco.
A eleição de um novo papa depende da obtenção de dois terços dos votos para ser concluído. O modelo de votação segue regras tradicionais que determinam rodadas de votação secretas, realizadas até que um dos candidatos alcance a maioria exigida.
Nos dois últimos conclaves, realizados em 2005 e 2013, a escolha do novo papa ocorreu em apenas dois dias. No entanto, a história da Igreja registra conclaves muito mais longos, como o que durou dois anos no século XIII.
Ao todo, 133 cardeais participarão da eleição. O número inclui representantes de diversos continentes, tornando o conclave deste ano ainda mais globalizado em comparação aos anteriores. Sete cardeais brasileiros terão direito a voto.
O Vaticano informou que todas as etapas do conclave seguirão o protocolo que inclui isolamento completo dos cardeais votantes. Durante o processo, os participantes não podem ter qualquer tipo de comunicação com o mundo exterior. Telefones celulares, mensagens eletrônicas e qualquer outro meio de contato são proibidos até que o novo papa seja eleito.
3
17:01, 13 Fev
25
°c
Fonte: OpenWeather
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
A denominação, liderada pelo pastor André Valadão, possui mais de 700 filiais no Brasil e no exterior.
O Caso envolve os novos líderes da Manah Church, que têm ações judiciais em andamento por dívidas significativas.
mais notícias
+