Filósofo disse que sua família é de tradição luterana e que ele cresceu na igreja, mas perdeu a fé na adolescência e o estudo de Filosofia o fez mudar de vez sua vida religiosa.
12 de fevereiro de 2025 às 10:13 - Atualizado às 10:40
Larry Sanger, o cofundador da Wikipédia. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
Larry Sanger, o cofundador da Wikipédia, escreveu um longo artigo em seu blog para declarar aos seus leitores que não é mais agnóstico, ideia a qual permaneceu abraçado por 35 anos. Ele contou que se converteu ao cristianismo.
Formado em Filosofia, Sanger explicou que sua formação e seu campo de atuação era dominado por ateus e agnósticos e que seguiu assim, sempre sendo mais cético nesses assuntos, porém sem se tornar um “inimigo da fé”.
No texto, o filósofo conta que sua família é de tradição luterana e que ele cresceu na igreja, mas perdeu a fé na adolescência e o estudo de Filosofia o fez mudar de vez sua vida religiosa.
"No final da minha adolescência, eu — agora um jovem cerebral e nerd — passei a ser movido por uma cadeia de raciocínio cético", disse ele em parte do texto.
Após contar que chegou a fazer várias perguntas para um pastor, mas não obteve as respostas que precisava.
Na faculdade e na pós-graduação, Sanger passou a ter mais contato com filósofos descrentes e isso foi tornando-o cada vez mais cético, até que se sentiu totalmente agnóstico, pensamento este que passou a divulgar quando se tornou professor.
Em 2010, Sanger fez questão de ensinar a Bíblia para seus filhos, por considerar as Escrituras Sagradas como “o livro mais influente da História”.
Entretanto, enquanto lia para eles, algo começou a acontecer em seu interior.
"Meu pensamento sobre moralidade evoluiu", disse ele, e explicou que passou a fazer análises filosóficas críticas sobre a sociedade ocidental.
Ainda de acordo com ele, seu declínio cultural, percebendo então que há uma ligação com o declínio da religião.
Mas, só anos mais tarde, enquanto publicava uma série de artigos relacionados a Deus, que Sanger foi criando conexões entre a Filosofia e o cristianismo.
Com isso, o seu ceticismo foi sendo vencido.
"Enquanto antes eu era apenas cético e frio em relação ao cristianismo, agora me sentia aquecido em relação a ele. Eu cheguei a aprová-lo moralmente — não era apenas tolerável, mas positivamente agradável," disse.
Foi então que em 2019 Sanger voltou a ler a Bíblia, mas agora para si mesmo.
Dessa maneira, a leitura noturna, antes de dormir, se tornou algo obsessivo a ponto dele procurar planos de leitura até mesmo em aplicativos. Isso o fez ver o Livro Sagrado como algo mais interessante. Logo após, ele logo foi aprendendo a orar, para só depois resolver ir à igreja.
Hoje, o filósofo não só acredita em Deus, como também reconhece a Bíblia como “a palavra inerrante de Deus”.
Sanger ainda tem um grupo de estudo bíblico e está trabalhando em um projeto para falar sobre a existência de Deus.
Com informações do Pleno News.
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