Cantora gospel e vídeo denunciando unidade médica. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
A cantora e pregadora gospel Amanda Souza, natural de Alagoas e grávida, denunciou na terça-feira, 28 de outubro, um caso de suposta negligência médica no Hospital Unimed Maceió, onde está internada desde a última segunda (27) após sofrer uma crise renal severa. (veja vídeo abaixo)
Em publicações nas redes sociais, Amanda afirmou que permaneceu por horas sentindo dores intensas, sem acesso a um leito e sem atendimento médico adequado. Mesmo após ser medicada, relatou que as dores persistiram e que continuou vomitando constantemente.
“Nem a cama providenciaram ainda, mesmo eu pedindo. Estou vomitando até o suco gástrico”, escreveu a cantora, acrescentando que só foi atendida por um urologista depois que o caso ganhou repercussão nas redes sociais.
A denúncia viralizou rapidamente, gerando forte repercussão entre fiéis e líderes evangélicos, que manifestaram apoio à artista e criticaram a postura do hospital. Seguidores chegaram a marcar o perfil da Unimed cobrando providências e um posicionamento da instituição.
Amanda afirmou que já havia enfrentado situação semelhante em agosto, quando também procurou a unidade por causa de uma crise renal e relatou demora no atendimento.
Em nova atualização publicada na manhã da terça (28), a cantora informou que finalmente foi avaliada por um especialista e que os médicos decidiram adiar um procedimento cirúrgico para quarta-feira (29), após detectarem uma infecção.
“Nos exames não encontraram a pedra, mas decidiram operar porque já é a segunda vez que venho para a urgência com crises renais. O PCR está alto. Nunca tive problema nos rins, mas gravidez tem dessas coisas”, escreveu.
Até o momento, o Hospital Unimed Maceió não se manifestou publicamente sobre as denúncias feitas pela cantora.
Paloma Alves Moura, de 46 anos, morreu após passar quase 10 horas sangrando enquanto aguardava atendimento médico no Hospital do Tricentenário, localizado no Bairro Novo, em Olinda. Segundo relatos de Thais Leal, amiga que acompanhava a paciente, Paloma deu entrada na unidade com fortes dores na região do útero e sangramento contínuo.
Parentes da mulher alegam negligência por parte da equipe de plantão. De acordo com eles, os profissionais não prestaram o atendimento adequado por acreditarem que Paloma havia provocado um aborto. No entanto, ela não estava grávida e apresentava sintomas de endometriose.
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A denominação, liderada pelo pastor André Valadão, possui mais de 700 filiais no Brasil e no exterior.
O Caso envolve os novos líderes da Manah Church, que têm ações judiciais em andamento por dívidas significativas.
Durante o evento, o religioso afirmou que os estudantes estão sendo "enganados pelos professores", recorrendo à narrativa do "marxismo cultural".
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