Bispo Dom Arnaldo Carvalheiro Neto junto da comunidade. Fotos: Diocese de Jundiaí/Divulgação e Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) designou o bispo da Diocese de Jundiaí, no interior de São Paulo, como responsável pelo acompanhamento pastoral da comunidade LGBTQIAPN+ no país. A indicação foi formalizada em 17 de outubro e terá validade até 2028.
Com a nomeação, Dom Arnaldo Carvalheiro Neto, de 58 anos, passa a atuar como referência nacional para iniciativas voltadas a grupos católicos integrados por fiéis LGBTQIAPN+.
Natural de São Paulo, Dom Arnaldo cursou filosofia na Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras, do Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL), em Lorena, e concluiu seus estudos teológicos no Instituto Teológico Rainha dos Apóstolos, em Marília. O bispo também possui especializações em direção espiritual e capelania hospitalar, realizadas em Chicago (EUA) e Dublin (Irlanda).
Ordenado sacerdote em 1997, ele foi sagrado bispo em 2016 e já atuou em diversas paróquias do interior do estado, entre elas Araçatuba, Birigui e Itapeva.
Segundo Dom Arnaldo, sua indicação ocorreu após um processo de discernimento interno da CNBB, conduzido pela presidência e pelas comissões responsáveis, que avaliam a demanda e identificam um bispo apto e disposto a assumir a função. O convite foi feito diretamente pelo secretário-geral da entidade, Dom Ricardo Hoepers.
Durante uma homilia recente, o bispo de Formosa, Dom Adair José Guimarães, fez críticas a Luís Roberto Barroso, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), e a decisões da Corte relacionadas a temas como o aborto.
O religioso mencionou a parábola bíblica da viúva diante do juiz, citada no Evangelho de Lucas, e afirmou que a Igreja do Brasil está em situação semelhante, manifestando-se diante das decisões do Supremo.
“Diz-se diante de um juiz indiferente, Jesus a propõe como modelo de oração confiante. A Igreja do Brasil, como esta viúva, diante de um juiz, pede a Deus para que o amor não seja legalizado no Brasil. É muito triste quando um juiz do Supremo Tribunal Federal, ao deixar o seu trabalho, deixa duas canetadas. Aprovando o aborto e aprovando enfermeiros e enfermeiras para fazer aborto. Que triste, que triste sina de um homem que por ter nascido, agora quer favorecer o infanticídio e a morte das crianças.”
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A denominação, liderada pelo pastor André Valadão, possui mais de 700 filiais no Brasil e no exterior.
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