Aos gritos, os evangélicos dentro do templo chegaram a entoar gritos de "Queremos Eleição, Fora Leandro".
16 de janeiro de 2025 às 10:01 - Atualizado às 11:43
Pastor é expuldo do púlpito da igreja. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
Na noite do último domingo, 12 de janeiro, no Templo Sede da Igreja Assembleia de Deus de Santo André, fiéis recusaram cultuar com a Direção do Pastor Leandro, atual presidente do ministério.
Aos gritos, os evangélicos dentro do templo chegaram a entoar gritos de "Queremos Eleição, Fora Leandro". De forma pacífica, os fiéis se recusaram a iniciar o culto, após várias tentativas do pastor Leandro tentar dirigir os trabalhos.
Durante a transmissão com quase 7 mil visualizações, o líder religioso tentou intimidar os irmãos chamando a polícia, que ficou na porta do templo.
Ainda de acordo com algumas informações, o líder da igreja convidou alguns irmãos para cultuar em uma capela nas dependências da igreja.
A Igreja Assembleia de Deus de Santo André, com 92 anos de história e 130 congregações, enfrenta uma grave crise na liderança após a morte do pastor Silas Josué, que liderou a instituição por mais de 30 anos. O pastor faleceu vítima de complicações de um câncer.
Durante o velório, foi revelado que, cerca de um ano antes de sua morte, o pastor Silas teria alterado o estatuto da igreja para indicar seu genro, pastor Leandro, como sucessor na presidência. A mudança, no entanto, não foi comunicada aos pastores e membros da igreja.
O estatuto teria sido assinado durante um culto de Santa Ceia, em um procedimento descrito pelos críticos como irregular. Desde então o Pastor Leandro (genro) do saudoso pastor Silas assumiu a presidência, porém grande parte do ministério se recusa a tê-lo como presidente e quer uma eleição entre outros pastores.
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Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
A denominação, liderada pelo pastor André Valadão, possui mais de 700 filiais no Brasil e no exterior.
O Caso envolve os novos líderes da Manah Church, que têm ações judiciais em andamento por dívidas significativas.
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