Profeta e Cristo Crucificado Foto: Divulgação/Imagem feita por IA
Quando olhamos para a história, vemos muitos homens que falaram em nome de Deus. Profetas, mestres, líderes espirituais todos com mensagens que apontavam para algo maior do que eles mesmos. Mas entre essas vozes, existe uma que não apenas anunciou o plano divino: ela o encarnou. Jesus de Nazaré não veio apenas revelar o que Deus faria; Ele veio realizar o que já estava prometido desde a fundação do mundo.
Os profetas eram mensageiros do Altíssimo, instrumentos escolhidos para preparar o caminho do Redentor. Isaías, por exemplo, escreveu cerca de 700 anos antes de Cristo sobre um servo sofredor que levaria sobre si as dores e enfermidades do povo (Isaías 53). Suas palavras desenhavam um retrato do Messias que viria em humildade, não com exércitos, mas com um amor que salvaria o mundo. Quando Jesus foi crucificado, essa promessa tomou forma diante dos olhos da humanidade: o profeta havia anunciado, e o Filho de Deus cumpriu.
Outro profeta, Miquéias, declarou que o Messias nasceria em Belém (Miquéias 5:2). Séculos depois, Mateus registrou que Jesus veio ao mundo exatamente nesse vilarejo discreto, mostrando que nenhuma palavra profética caiu por terra. Jeremias também profetizou sobre o choro das mães em Ramá (Jeremias 31:15), o que se cumpriu com o massacre dos inocentes ordenado por Herodes. Até mesmo gestos e detalhes aparentemente pequenos, como a entrada triunfal em Jerusalém sobre um jumentinho (Zacarias 9:9) ou as vestes repartidas na cruz (Salmos 22:18), estavam previstos muito antes de se tornarem realidade.
Essas conexões entre o Antigo e o Novo Testamento revelam algo extraordinário: Jesus é o fio que costura todas as promessas de Deus. Ele mesmo declarou: “Não penseis que vim abolir a Lei ou os Profetas; não vim abolir, mas cumprir” (Mateus 5:17). Sua vida, morte e ressurreição encerram o ciclo das profecias, não como um novo capítulo, mas como o cumprimento da história redentora.
Reduzir Jesus à condição de “mais um profeta” é não enxergar a grandeza de quem Ele realmente é. Profetas apontaram o caminho; Jesus é o Caminho. Eles anunciaram a vontade de Deus; Ele a revelou em carne e osso. Sua autoridade, seus milagres e sua vitória sobre a morte confirmam que Ele é o Filho de Deus, o Cordeiro que tira o pecado do mundo (João 1:29).
Compreender isso é essencial para a fé cristã. Jesus é a resposta viva de Deus às promessas antigas. É o “Amém” das profecias, o elo entre o passado e o futuro, o centro da salvação. Nele, toda palavra anunciada encontra sentido e plenitude. E é por isso que, mais do que um profeta, Ele é o cumprimento perfeito de tudo o que Deus prometeu ao Seu povo.
Por: Amisadai Andrade
*O conteúdo do texto acima é uma colaboração voluntária, de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal de Prefeitura.
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