Arqueólogos encontram na Turquia pão de 1,3 mil anos com imagem de Cristo Foto: Divulgação/Governo de Karadan
Arqueólogos na Turquia fizeram uma descoberta que mistura história, religião e gastronomia: cinco pães carbonizados, com cerca de 1,3 mil anos, foram encontrados soterrados na antiga cidade bizantina de Eirenópolis, na província de Karaman. Um deles traz a imagem de Cristo como semeador, acompanhada da inscrição em grego: “Com nossos agradecimentos ao Bem-Aventurado Jesus”.
A maioria dos pães está marcada com cruzes, evidência de que eram utilizados em rituais cristãos, possivelmente em cerimônias de comunhão ou eucarísticas.
Segundo a Diretoria do Museu de Karaman, que anunciou a descoberta na última sexta-feira, 10 de outubro, essas peças oferecem um raro vislumbre da vida religiosa e cultural da época.
Eirenópolis, cujo nome significa “Cidade da Paz”, era uma cidade bizantina fortemente influenciada pela cultura grega. Apesar da presença de outros grupos étnicos na região entre os séculos 7 e 8 d.C., as tradições gregas se mantinham vivas, refletidas não apenas na língua e nos costumes, mas também nos símbolos religiosos deixados nos alimentos.
Os pesquisadores destacam que a representação de Cristo como semeador revela a íntima ligação entre fé e agricultura na antiguidade. Bem preservados, os pães permitem ainda estudar os ingredientes e técnicas de panificação usadas há mais de mil anos.
Novos estudos devem aprofundar o entendimento sobre a vida rural, a alimentação e as práticas religiosas da população de Eirenópolis, mostrando como o sustento e a espiritualidade se entrelaçavam naquela época.
Uma pesquisa que combina dados astronômicos da NASA com estudos desenvolvidos na Universidade de Oxford aponta para a possibilidade de que a crucificação de Jesus Cristo tenha ocorrido em 3 de abril do ano 33 d.C. A data coincide com um eclipse lunar parcial, visível em Jerusalém logo após o pôr do sol, durante o período da Páscoa judaica.
A hipótese tem despertado o interesse de estudiosos cristãos, uma vez que conecta registros celestes com passagens bíblicas que descrevem sinais no céu e momentos de escuridão durante a morte de Cristo. No Evangelho de Mateus (27:45), está escrito: “Desde a hora sexta até a hora nona, houve trevas sobre toda a terra”. Já no livro de Atos dos Apóstolos (2:20), Pedro declara: “O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue”.
O estudo foi conduzido pelos pesquisadores Colin Humphreys e W. Graeme Waddington, da Universidade de Oxford. Eles analisaram registros históricos e dados astronômicos, cruzando essas informações com textos bíblicos, para sugerir a possível data da crucificação. Segundo os estudiosos, o eclipse lunar, que teria deixado a Lua com coloração avermelhada, pode ter ocorrido exatamente em uma sexta-feira, o que reforçaria a narrativa presente nos evangelhos.
Além disso, os autores do estudo consideram a possibilidade de que uma tempestade de areia, fenômeno frequente na região da Judeia, tenha sido responsável pela escuridão mencionada nos textos. A combinação dos dois eventos naturais, segundo a pesquisa, explicaria os fenômenos descritos pelos discípulos como manifestações de origem divina.
Da redação do Portal com informações do O Fuxico Gospel.
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